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HOMENS DO MAR

Portugal está ligado ao mar desde os seus primórdios. Criada com a nacionalidade, a marinha portuguesa tem uma Historia que se confunde com a da Nação. Ao longo dos seus quase 900 anos de Historia, muitos foram os homens que se evidenciaram como navegadores, descobridores, cartógrafos, cientistas, estrategas, construtores navais. José António Rodrigues Pereira, antigo director do Museu de Marinha, apresenta-nos mais de 50 homens que foram fundamentais para a Historia marítima portuguesa. De D. Fuas Roupinho, comandante das galés de D. Afonso Henriques e que foi o primeiro a obter uma vitória no mar contra os mouros, até Alpoim Galvão, oficial da Armada que se distinguiu na Guerra do Ultramar. E também figuras incontornáveis como Gil Eanes, Diogo Cão, Pedro Álvares Cabral, Fernão de Magalhães, Pedro Nunes ou os reis D. Luís I e D. Carlos. Mas este livro resgata ainda personalidades menos conhecidas como Pedro e Jorge Reinel, considerados os melhores cartógrafos do seu tempo, Gabriel Ançã, que se destacou no socorro a náufragos, ou Afonso Júlio de Cerqueira, oficial da Armada que se notabilizou nas campanhas militares no Sul de Angola, durante a Primeira Guerra Mundial. Todos estes homens marcaram de forma inequívoca a Historia Marítima portuguesa pela sua experiência, modo como souberam transmitir o seu saber e a sua visão inovadora, coragem e sagacidade.

A HISTORIA COMO NUNCA ANTES FOI CONTADA

Neste livro da autoria da Academia Play, uma plataforma de aprendizagem multimédia, cujo canal de YouTube tem mais de 1 milhão de subscritores, somos levados numa apaixonante viagem pela Historia Mundial. Desde a Pré-Historia até aos nossos dias, passando pela Grécia antiga, Roma e Idade Média, o nascimento dos Estados modernos, a era dos Descobrimentos, a Segunda Guerra Mundial e muitas outras etapas e acontecimentos essenciais para a Historia da Humanidade. Percorremos ainda a Historia da arte através da arquitetura, descobrimos muitas curiosidades históricas e uma seleção de frases de personalidades relevantes da Historia mundial e portuguesa. Uma obra gráfica única, com uma linguagem simples e precisa e ilustrações apelativas, que nos dá a conhecer a Historia do mundo de um forma diferente e lúdica.

FILIPA DE BRAGANÇA

«Gostei muito de estar consigo ontem à noite. Na verdade já me sentia muito necessitada desta consolação. Tanto assim, que tive vontade de ficar calada para melhor gozar do bem-estar que sentia ali, naquele banco baloiço tão bem conhecido e confortável, no seu jardim ao seu lado.»
Carta de D. Filipa de Bragança a António de Oliveira Salazar, em 1965.

A 27 de outubro de 1938, a infanta D. Filipa de Bragança, neta do rei absolutista D. Miguel, chegou pela primeira vez a Portugal para conhecer a terra de onde os seus antepassados haviam sido expulsos. Embora vigorasse a lei do banimento da família real, foi com o beneplácito de Salazar que fez esta visita, a que se seguiram algumas outras, até que, em 1946, se instalou definitivamente em solo português. Empenhou-se em que a Monarquia fosse restabelecida, na pessoa de seu irmão D. Duarte Nuno. Para tal, aproximou-se, logo nos anos 40, de Salazar, confiando que um dia este daria o passo decisivo. A correspondência trocada entre os dois era frequente, assim como as visitas regulares da infanta a São Bento ou mesmo a Santa Comba Dão. D. Filipa tinha um objetivo claro: a restauração da monarquia. Mas haveria uma intenção subliminar na aproximação ao ditador? Será possível descortinar algo mais do que uma forte amizade entre a dinâmica princesa de Bragança e Salazar? Estaria a primeira apaixonada pelo segundo? Seria um sentimento recíproco?Paulo Drumond Braga apresenta-nos a biografia de uma figura fascinante da Historia de Portugal que sempre ficou na sombra, apesar do seu incansável empenho para tentar restaurar a monarquia. Através da correspondência trocada entre a infanta e o Chefe do Governo, o historiador traça ainda uma perspetiva inovadora sobre a forma como António de Oliveira Salazar geriu a sua relação com os monárquicos.

PAI, CONTE-ME A SUA Historia

Porque todas as vidas merecem ser contadas. Porque inúmeros momentos, mesmo aqueles que estão arrumados nos cantos mais escondidos da nossa memória, têm uma importância enorme na nossa vida e na dos nossos filhos e netos. Porque o tempo passa sem darmos por ele e percebemos que fica sempre tanto por contar, por dizer, por confessar. Porque a vida também é feita de recordações e são estas que atravessam gerações e se eternizam. Por tudo isto é importante escrever para que fique registado, para que o tempo pare e possamos partilhar com a nossa família o que nos marcou, o que amámos, o que nos fez feliz, o que nos entristeceu, do que desistimos, mas também o que alcançámos com orgulho e coragem, os dias que recordamos até ao mais ínfimo pormenor ou os dias que preferíamos esquecer, mas que fazem parte da nossa existência, a mulher que nos roubou o coração, os filhos que nos mostraram o que é o amor incondicional.
Pai, Conte-me a Sua Historia, um livro para guardar memórias e partilhá-las com quem mais se ama.

A GRANDEZA DAS COISAS SEM NOME

No dia em que recebe um Tony que o consagra como um dos grandes atores da Broadway, Samuel recebe também a notícia da morte da sua irmã em Madrid. Regressa à sua terra natal para assistir ao funeral e para reencontrar o seu pai, de quem nada sabia há 35 anos. Na mala leva o prémio para lhe oferecer e provar que venceu na vida. “Ao funeral de um ente querido trazemos uma coroa de flores para prestar homenagem ao morto e não uma de louro para nos vangloriarmos” foi a única coisa que recebeu em troca. Ao enfrentar o seu passado, os segredos da sua família, as suas traumáticas memórias de infância, Samuel inicia uma viagem de transformação interior. Pelo caminho descobre o poder do amor, da amizade, do perdão, a importância de aprender com os erros e os fracassos e de enfrentarmos os nossos medos para conquistarmos o bem mais preciso que temos: a nossa própria vida. Enrique Arce, ator da mundialmente conhecida série A Casa de Papel, estreia-se na literatura com uma Historia comovente, surpreendentemente sincera, que nos transforma de maneira iniciática.

RECICLAR

RECICLAR, DECORAR & ORGANIZAR

Quer renovar, decorar e organizar a sua casa, mas não sabe o que fazer aos móveis e objetos que já tem? Nas lojas não encontra nada à sua medida, pois parece-lhe tudo igual? Em vez de deitar fora os objetos que já não queremos, devemos olhar para eles e tentar perceber como podem ser reaproveitados. E há tanto que podemos fazer, basta dar largas à imaginação: pintá-los, forrá-los com tecidos ou outros materiais, atribuir-lhes uma nova função ou decorá-los com novas técnicas. Filipa Brandão Mira, autora do bem-sucedido livro Cuidar da Casa, apresenta-nos ideias criativas e de fácil execução, explicadas passo a passo, que nos ajudam a decorar e organizar a nossa casa com pouco dinheiro. Um conjunto de cadeiras que parece já não ter arranjo, mas a partir do qual é possível criar uma secretária para o nosso filho, o pneu de uma bicicleta que se transforma numa moldura, o tampo de uma mesa que passa a ser um relógio ou uma antiga cómoda que se converte num troca-fraldas para receber um bebé são alguns dos projetos que vai encontrar neste livro. Inspire-se. Dê asas à sua criatividade. Crie uma casa à sua medida. Feita por si, para si e para a sua família.

OS CINCO PILARES DA PIDE

OS CINCO PILARES DA PIDE

A Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE), depois apelidada de Direcção-Geral de Segurança (DGS), foi responsável pela repressão de todas as formas de oposição ao Estado Novo. Vigiou, prendeu, torturou, censurou e será para sempre recordada como sinónimo de violência e brutalidade. Espalhava o medo para instilar a passividade entre os portugueses e actuava sobre aqueles que ousavam falar, criticar e agir contra o regime ditatorial. Mas quem eram os pilares que sustentavam esta estrutura e que colocavam a máquina a andar? A prestigiada historiadora Irene Flunser Pimentel apresenta-nos um retrato rigoroso de cinco figuras que marcaram a PIDE/DGS pelas suas actividades, atitudes e tomadas de decisão. Barbieri Cardoso, o vice-director da PIDE/DGS, por muitos considerado o verdadeiro director desta polícia; Álvaro Pereira de Carvalho, o importante director dos Serviços de Informação; José Barreto Sacchetti, que chefiou os Serviços de Investigação, recordado pelos seus métodos violentos e pela sua responsabilidade nos interrogatórios; Casimiro Monteiro, o agente com uma Historia de vida rocambolesca marcada pela violência e que foi condenado como o assassino do general Humberto Delgado e da sua secretária Arajaryr Campos e, finalmente, António Rosa Casaco, o tarimbeiro que ascendeu desde o fundo da hierarquia até chegar a inspector e que fez um pouco de tudo, desde raptos em Espanha a tortura nos interrogatórios, em alternância com a subchefia da intercepção postal e da escuta telefónica. Perceber quem eram, a sua ascendência, as suas convicções, a forma como entraram para a PIDE, como subiram na carreira, como reagiram perante determinadas situações, bem como viveram o pós-25 de Abril, é também perceber a Historia da PIDE/DGS, pois uma instituição é sobretudo o que os seus responsáveis fazem dela. Uma perspectiva inovadora e essencial para compreender a Historia de Portugal Contemporânea.

AS FAMÍLIAS REAIS DOS NOSSOS DIAS - Tradição e Realidade

AS FAMÍLIAS REAIS DOS NOSSOS DIAS – Tradição e Realidade

«Em Abril de 2013, assisti como embaixador de Portugal à entronização do rei Guilherme-Alexandre da Holanda acompanhado pela sua mulher Máxima, uma antiga economista e executiva argentina. Naquele momento solene, não pude deixar de pensar que muito mudou nas Famílias Reais europeias, incluindo a forma de entender e perpetuar esta instituição milenar através do casamento. Para além do rei da Holanda ter escolhido uma plebeia para sua consorte, a princesa herdeira da Suécia casou com o seu personal trainer, o príncipe Haakon da Noruega contraiu matrimónio com Mette-Marie, uma jovem com um passado ligado às drogas, o rei de Espanha “ofereceu” o trono a uma jornalista que tem feito correr muita tinta e, em Inglaterra, uma actriz norte-americana conquistou a rainha Isabel II pela mão do príncipe Harry. Hoje em dia os casamentos “desiguais” não causam, por enquanto, demasiados problemas nas dinastias reinantes. Mas será que em determinado momento os seus “súbditos” ou “concidadãos” não se interrogarão sobre para que serve a monarquia se os soberanos são idênticos a eles? O futuro o dirá.»
O diplomata e antigo chefe do Protocolo do Estado, José de Bouza Serrano, que serviu Portugal em várias embaixadas europeias, como Espanha, Bélgica, Vaticano, Dinamarca ou Holanda, apresenta-nos uma reflexão sobre a forma como as famílias reinantes na Europa têm vindo a evoluir e como se têm adaptado a uma nova realidade, tentando manter a tradição. Um olhar privilegiado que deixa entrever o futuro da monarquia.

8 MULHERES E 1/2

8 MULHERES E 1/2

Uma sexta-feira de um calor insuportável revela quantas vidas separam Marta e Samuel. Um homem em fuga procura a explicação para os acontecimentos dos últimos dias na sua grande paixão de juventude. Uma troca de computadores no escritório e todo o mundo parece desabar sobre Maria. No dia do seu próprio funeral, Jaime decide dar uma prova de amizade ao seu melhor amigo. A morte da tia Edna pode ser o bilhete de ida para uma viagem que Olívia sempre quis fazer. Mulheres, mães, ex-namoradas, amantes, estranhas são o elo de ligação entre estas Historias de um humor fino, povoadas por paixões difíceis de esquecer, sonhos não cumpridos, vidas adiadas e outras imperfeições. Instantes decisivos que conduzem o leitor numa viagem àquele canto recôndito das narrativas onde as personagens são confrontadas com os seus próprios destinos. Nove Historias que refletem sobre o poder das mulheres e o lugar dos homens numa sociedade pós-feminista.

CÃO EDUCADO

CÃO EDUCADO, DONO FELIZ

Cada vez que vai passear o seu cão, sente que é este que o passeia a si, tal a força com que puxa a trela? Sempre que chama pelo seu cão, ele não lhe liga nenhuma? Evita receber visitas porque o seu fiel amigo salta para as mesmas? As refeições em família são um suplício, porque o seu cão está sempre a pedinchar comida? Alexandra Santos, treinadora de comportamento e obediência com formação em Cinotecnia, explica-nos de forma clara, pormenorizada e esquemática de que forma os cães aprendem. Porque se percebermos como estes animais recebem e processam a informação, poderemos entender quais os melhores métodos para que a aprendizagem seja bem-sucedida. Um dono que tenha conhecimento de como o seu cão aprende, da importância de ser coerente e consistente, que saiba comunicar de forma clara e que se liberte dos muitos mitos que existem, vai ser muito mais eficaz como treinador.
Descubra todas as técnicas passo a passo para o ensinar o seu cão a:
– Obedecer à chamada;
– Andar à trela sem puxar;
– Não destruir a casa toda,
– Parar de mordiscar as pessoas;
– Não saltar para as visitas,
– Não pedir comida enquanto os donos estão à mesa;
– Fazer as necessidades no sítio certo;
– Não se descontrolar quando vê outros cães.
Para, além disso, perceba quais os factores que aceleram e atrasam a aprendizagem, os comportamentos que deve evitar, as dicas e os treinos que a autora utiliza quando tudo parece falhar. Porque um cão educado é sinónimo de um dono feliz.

A GUERRA NO RENASCIMENTO

A GUERRA NO RENASCIMENTO

«Não existem trabalhos perfeitos, mas este aproxima-se desse ideal. (…) O que mais aprecio (…) é a capacidade de Gonçalo Feio para produzir pensamento próprio, original, para iluminar de forma inovadora a época e os temas sobre os quais se debruça.» João Gouveia Monteiro, in «Prefácio»
Durante o Renascimento, a arte militar ocidental sofreu profundas alterações: os exércitos tornaram-se maiores e mais centralizados, assistiu-se a uma generalização das armas de fogo, a logística tornou-se mais sofisticada e a instrução mais cuidadosa e regulamentada. De que forma Portugal se adaptou a estas alterações de modo a criar forças militares que correspondessem à nova realidade? Gonçalo Couceiro Feio, investigador no Centro de Historia da Universidade de Lisboa, explica-nos como Portugal se adaptou a estes novos requisitos, como funcionava a máquina militar – o recrutamento, a instrução, a disciplina a remuneração do serviço militar, a logística, o armamento –, qual era o perfil dos soldados e comandantes portugueses e de que forma foi feita a transferência de saberes e permuta cultural entre as forças militares portuguesas e outras de várias nacionalidades. Uma obra fundamental para conhecer a Historia Militar portuguesa na época de D. Manuel I a Felipe II.

A CONFRARIA DOS ESPECTROS

A CONFRARIA DOS ESPECTROS

Lisboa, Julho de 1833. Reina na cidade um sombrio desespero. Dentro de algumas horas, as tropas liberais deverão fazer aí a sua entrada, sem que nada nem ninguém se lhes consiga opor. Grupos de frades passeiam-se de rua em rua, a anunciar em altas vozes o Juízo de Deus. Há, por toda a parte, vinganças e assassínios. A morte parece andar à solta, com o seu cortejo de medos. É então que uma corveta sai a barra do Tejo, levando a bordo um jovem destinado a desempenhar, em Portugal e por toda a Europa, um papel simultaneamente misterioso e crucial. São João do Campo, Terras do Bouro, Outubro de 1847. Disparam-se os derradeiros tiros da guerra da Patuleia. Numa região agreste do norte de Portugal, o barão de Richemont tenta escapar a um destino que há muito lhe foi traçado. Os membros da terrível Confraria dos Espectros, entre os quais um fanático ultramontano e um francês admirador do célebre Vidocq, tentam por todos os meios localizá-lo e apropriar-se do tesouro que é voz corrente ter trazido para Portugal. Há rumores de que o barão é, na realidade, o Delfim, filho de Maria Antonieta e de Luís XVI, que contra todas as expectativas teria conseguido fugir dos seus carrascos, em 1794. Nova Iorque, Maio de 1911. Numa casa pobre de Brooklyn, agoniza Joseph Pinkerton, o herdeiro do fundador da célebre agência de detectives. Foi ele quem transmitiu a um jornalista, que pouco antes o tinha ido entrevistar, a Historia da Confraria dos Espectros e lhe permitiu também compreender o horrível segredo que ia morrer consigo. Mas por que é que o barão de Richemont, seja ele quem for, escolheu vir para Portugal? E que tesouro é esse que todos querem apanhar? Qual o papel da Confraria dos Espectros no reordenamento político da Europa? Que intrigas se urdem, nesses anos do século XIX, entre os gabinetes dourados da realeza e da diplomacia, as alcovas e os salões das grandes figuras da época e a escória das ruas e do crime? A Confraria dos Espectros é uma Historia romântica e dramática, cheia de melancolia e de acção, sobre a imparável ascensão da Europa liberal e as ilusões dos que tentaram opor-se-lhe.

LIVRE TRÂNSITO

LIVRE TRÂNSITO

A barriga inchada, as cólicas, as digestões difíceis, os gases ou a obstipação fazem parte do seu quotidiano? Provavelmente os alimentos que consome não são os mais indicados para si. Mas como descobrir quais os que o afetam de forma negativa e condicionam o seu bem-estar? Simples: seguindo a dieta baixa em FODMAP (hidratos de carbono fermentáveis). Durante 6 semanas, exclui da sua alimentação um conjunto de alimentos e depois, semanalmente, reintroduz grupos de alimentos que contêm FODMAP para perceber quais os hidratos de carbono que o seu corpo tolera. À medida que vai inserindo os alimentos-teste, vai registando os seus sintomas para que, no final da segunda fase da dieta, possa ter noção do que lhe faz mal. Depois é só uma questão de ajustar a sua dieta, eliminando aquilo que é nocivo para si. A nutricionista Cláudia Cunha, especializada em Dieta Baixa em FODMAP pelo King’s College em Londres, apresenta-nos uma dieta inovadora adaptada à alimentação dos Portugueses, tendo em conta os alimentos mais usados e os métodos tradicionais de confeção. Aqui encontra também cerca de 70 receitas, desde pequenos-almoços a refeições principais, passando por pães, sopas, sobremesas ou bolachas, organizadas em menus semanais, para que mais facilmente possa cumprir o seu plano.
Sinta-se mais saudável, com mais energia e sem medo de comer com esta dieta feita à sua medida.

OS RICOS

OS RICOS

«Durante muito tempo, pensei que nada existia no mundo para além da tribo que, ainda criança, conhecera em Cascais. Alguns dos meus amigos tinham antepassados que provinham da aristocracia de corte, coisa que, na altura, ignorava. Muitos teriam pais mais ricos do que os meus, mas nunca reparei em tal facto. As festas que davam eram tão comedidas quanto as suas indumentárias. A ostentação era tida como uma possidoneira de quem havia adquirido dinheiro recentemente. Só tarde percebi que o meu estatuto era o de uma híbrida social: pertencia e não pertencia ao “grupo”. Isto, que me podia ter feito sofrer, teve uma vantagem: a de poder olhar os ricos por dentro e por fora. Sem ressentimentos, nem ódios.»

Depois de Os Pobres, Maria Filomena Mónica dá-nos Os Ricos, uma obra em que fala não só da origem das grandes fortunas nacionais, mas da mentalidade e dos costumes do grupo social que deu origem ao título deste livro. Para o escrever, recorreu a memórias, diários e entrevistas. A galeria de personagens vai desde os fidalgos antigos como o 1.º duque de Palmela, o 1.º e 2.º condes de Vila Real e os 3.os condes de Rio Maior até aos capitães da indústria do séc. XX, Alfredo da Silva, Jorge de Mello, António Champalimaud, Américo Amorim e Belmiro de Azevedo, passando pelos milionários do liberalismo, Eugénio de Almeida, D.ª Antónia Ferreira, José do Canto e o conde de Burnay. Através destas biografias ficamos a conhecer melhor a Historia de Portugal.

EUROVISÃO

EUROVISÃO

No dia 13 de maio de 2017, Portugal parava para assistir à votação da final do Festival da Eurovisão. A frase «Portugal… 12 pontos», repetida 18 vezes ao longo da noite, fazia com que a esperança crescesse e a atenção se focasse apenas em Salvador Sobral e na canção «Amar pelos Dois». Depois chegaram os pontos do televoto… E quando os comentadores da RTP, Nuno Galopim e José Carlos Malato, disseram «Ganhámos!», o país festejou uma vitória inédita no maior espetáculo televisivo musical de todo o Mundo, pela qual esperava desde a sua estreia no concurso, em 1964.
Em 1956, o Festival da Eurovisão nasceu numa Europa que tinha arrumado as armas há apenas 11 anos. Pelo palco, em Lugano, desfilaram nessa noite canções de sete países, e entre os cantores

concorrentes havia um que tinha vivido anos de detenção num campo de concentração nazi. Em 1974, os Abba venceram com «Waterloo», canção que representa o paradigma maior do sucesso eurovisivo. Em 1986, Sandra Kim deixou a Europa a trautear «J’aime la Vie». Dois anos depois, Celine Dion arrecadou o troféu em Dublin e deu-se a conhecer ao mundo. Em 1998, Dana International, uma cantora transsexual, deu a terceira vitória a Israel, marcando a Historia do festival como espaço de diversidade e inclusão, tal como o faria depois a austríaca Conchita Wurst, em 2014.
A Historia da Eurovisão junta mais de 60 anos de memórias entre as quais estão as «avozinhas» russas que conquistaram a Europa, em 2012, a inglesa Sandie Shaw, que, em 1967, interpretou a canção do Reino Unido descalça, os quatro vencedores ex aequo de 1969, o protesto contra Salazar e Franco, em 1964, a improvável vitória do grupo de metal finlandês Lordi em 2006, as três canções que Serge Gainsbourg compôs para três países diferentes, a exuberância provocadora de Verka Serduchka ou o inspirador discurso de Salvador Sobral: «A música não é fogo-de-artifício, é sentimento.»
Pelo meio desfilaram perto de 1500 canções. Algumas ficaram para sempre na nossa memória coletiva. Outras marcaram pela sua exuberância ou capacidade de inovar.
Um ano depois da vitória em Kiev, Nuno Galopim, supervisor criativo do Festival da Eurovisão de 2018, leva-nos numa viagem por 63 anos de Historia: o Festival da Canção português, os artistas, como Simone de Oliveira, Paulo de Carvalho, Maria Guinot, Carlos Paião, as Doce, entre tantos outros, que nos representaram, o Festival da Eurovisão ano a ano, os bastidores e as suas Historias.

CASO SÓCRATES

CASO SÓCRATES

A detenção do ex-primeiro-ministro José Sócrates, a 21 de novembro de 2014, constituiu um facto histórico sem precedentes em Portugal e definiu a dimensão de um escândalo de gigantescas proporções. Não estava só em causa a eventual prevaricação de um agente político (entretanto acusado de corrupção passiva, evasão fiscal e branqueamento de capitais), mas sim a insinuação de enriquecimento ilícito de um dos mais destacados titulares de um órgão de soberania, lançando uma sombra de suspeição sobre todos os detentores de poder, à esquerda ou à direita, e sobre os seus partidos. Como se isso não bastasse para dar um caráter excecional ao caso, a investigação judicial veio a estabelecer suspeitas de distribuição de comissões ilícitas envolvendo o mais destacado e reputado banqueiro nacional, Ricardo Salgado, líder do Banco e Grupo Espírito Santo, e dois dos mais prestigiados gestores nacionais, Zeinal Bava e Henrique Granadeiro, figuras de topo de uma das principais empresas portuguesas, a PT (que mal sobreviria à gestão de ambos). De súbito, os Portugueses descobriam uma perversa aliança entre figuras de primeira linha do poder político, do poder financeiro e do poder económico, a qual, se por um lado punha a nu a fragilidade institucional de um regime democrático já com quatro décadas, por outro evidenciava a independência e a perseverança de um aparelho judicial disposto a imputar responsabilidades até às últimas consequências, doesse a quem doesse.

O LIVRO DO SOLDADO DE NAPOLEÃO

O LIVRO DO SOLDADO DE NAPOLEÃO

«Durante o período em que Napoleão conservou o poder, prestaram serviço no exército para cima de 1 600 000 franceses. Vesti-los, ou conseguir abastecê-los com armas, víveres e sapatos não foi uma tarefa fácil. Os uniformes caros que faziam brilhar os regimentos desempenhavam duas funções, para além da de vestirem os homens: permitir que os soldados reconhecessem o inimigo e levá-los a crer que eram maiores e mais fortes do que na realidade eram. Os altos capacetes e gorros de pele aumentavam essa impressão de maior tamanho, e as dragonas alargavam as costas. Tudo isso era magnífico nos desfiles, quando os estados-maiores se apresentavam refulgentes de plumas, aço e ouro, mas as coisas eram muito diferentes no campo de batalha. Encharcada pela chuva, a roupa não secava nunca e tornava-se pesada, enchia-se de lama e, à medida que os combates se sucediam, era praticamente impossível limpá-la do sangue dos companheiros ou dos inimigos.»
O Livro do Soldado de Napoleão apresenta-nos uma nova e interessante visão sobre os exércitos do imperador francês através de 30 ilustrações originais e dos conhecimentos notáveis de um dos maiores especialistas neste período: Miguel Del Rey. Esta obra explora não apenas as formas de combate e as estratégias nos campos de batalha como analisa detalhadamente as armas, as unidades mais emblemáticas e os uniformes. Um livro essencial para perceber não só a Historia da Europa, mas também a Historia de Portugal durante o período das invasões francesas.

MANUAL DE COZINHA ASIÁTICA

MANUAL DE COZINHA ASIÁTICA

«O primeiro chef a trazer a Ásia a Portugal! Viaje neste manual até longe com a criatividade, técnica, competência e disciplina de um grande mestre! Para mim, Paulo Morais é e será sempre uma grande fonte de inspiração!» Chef Kiko
Paulo Morais é o mais conceituado chef de cozinha asiática em Portugal. Foi pioneiro deste tipo de gastronomia no nosso país, tendo deixado o seu carimbo inconfundível em restaurantes como o Midori a Bica do sapato ou o Umai. Conhecido pelo seu estilo de cozinha sofisticado e personalidade discreta, é actualmente chef no Kanazawa, o restaurante japonês mais exclusivo de Lisboa. É também professor na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril. Manual de Cozinha Asiática é um livro de conteúdo surpreendente, que traz à nossa mesa várias culturas gastronómicas do Sudeste da Ásia, todas elas bem menos conhecidas do que a chinesa ou a japonesa – mas igualmente ricas, diversificadas e saudáveis. Ao longo de dezenas de receitas – de peixe, carne, vegetais, massas, entre outras – Paulo Morais ensina-nos a confeccionar os melhores pratos das gastronomias do Vietname, Tailândia, Cambodja, Laos, Myanmar, Malásia, Indonésia, Singapura e Filipinas, numa intensa, colorida e imperdível viagem de sabores.

A NOVA DIETA DOS 31 DIAS

A NOVA DIETA DOS 31 DIAS

«Em 2012, publiquei o livro A Dieta dos 31 Dias. Passados 5 anos, muita coisa foi alterada no mundo da nutrição e seria impossível que a minha dieta não mudasse também. Claro que a base da mesma se mantém: o pão ao pequeno-almoço, o dia da asneira uma vez por semana, durante o qual pode comer aquilo que desejar, a perda de 3 a 5 quilos, se for mulher, e 5 a 8, se for homem, a proibição dos hidratos de carbono durante 31 dias. Tudo isto sem passar fome, claro.
Ao longo destes 5 anos, fui fazendo ajustes que me permitiram afinar a DIETA DOS 31 DIAS e perceber o que podia alterar para tornar a dieta ainda mais equilibrada, saudável e eficaz. A introdução de alimentos novos como quinoa, óleo de coco, sementes de chia ou tapioca, a retirada de outros que percebi não serem os mais indicados, permissão para comer, desde o início da dieta, uma peça de fruta e uma dose de frutos secos por dia, o que ajuda a acalmar a ansiedade, são algumas das alterações que introduzi. Para tornar a sua dieta ainda mais fácil, apresento tambéma dicas, menus semanais e mais de 50 novas receitas para que consiga perder peso sem grandes sacrifícios, sem passar fome e com resultados visíveis.»

A CONSPIRAÇÃO DOS PODEROSOS

A CONSPIRAÇÃO DOS PODEROSOS

“Ó dr. Ricardo, eu também lá vou fazer isso! Venha de onde vier esse dinheiro [da Espírito Santo Enterprises] certamente que o dr. Ricardo chegará mais depressa a essa informação. Na melhor das hipóteses preciso de 6 meses, mas não tenha a menor dúvida que vamos ver isso.” Era preciso conhecer muito mal o procurador Rosário Teixeira para desvalorizar aquela promessa feita no dia 24 de julho de 2014 no Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa. Com a sua pose grave, as perguntas sempre acutilantes e os olhos cerrados e focados nas respostas do seu interlocutor, o magistrado mais temido do Departamento Central de Investigação e Ação Penal estava a interrogar o banqueiro mais importante do país há 2 horas e 18 minutos no âmbito do processo Monte Branco. Por quatro vezes insistiu com Ricardo Salgado para desenvolver pormenores sobre a Espírito Santo (ES) Enterprises e por quatro vezes obteve respostas evasivas. “Preciso de ir pesquisar o que aconteceu na Enterprises”, foi o máximo que Salgado disse.
Através da pesquisa de centenas de documentos, de contactos com os ex-responsáveis do Grupo Espírito Santo (GES) e com base em todos os interrogatórios judiciais a que Ricardo Salgado foi sujeito durante as investigações dos casos da Operação Marquês, Universo Espírito Santo e Monte Branco, o jornalista Luís Rosa revela-lhe os segredos da ES Enterprises – o ‘saco azul’ do GES que está no centro da Operação Marquês pelas suspeitas de corrupção que têm origem nas transferências que foram ordenadas por Ricardo Salgado para o ex-primeiro-ministro José Sócrates e para Henrique Granadeiro e Zeinal Bava, ex-líderes da Portugal Telecom. Descubra como a empresa secreta do GES ajudou Salgado a influenciar decisivamente os destinos da economia portuguesa durante o seu reinado de mais 20 anos como líder informal da família Espírito Santo.
Conspiração dos Poderosos é um livro fundamental para descobrir o essencial dos inquéritos da Operação Marquês e do Universo Espírito Santo – os casos mais complexos da Historia do Ministério Público. E conhecer em pormenor os diálogos que Ricardo Salgado teve na Justiça com o juiz Carlos Alexandre e os procuradores Rosário Teixeira e José Ranito. Através de uma narrativa dinâmica e empolgante que tem a preocupação de contextualizar, traduzir e simplificar (sem perder o rigor) a linguagem judicial e financeira, o leitor irá conhecer os segredos, os bastidores e os protagonistas das investigações que levaram à detenção do banqueiro mais poderoso do país e de um ex-primeiro-ministro.