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ROSA AZUL

ROSA AZUL

Marlene Canela encontrou o seu primeiro e verdadeiro amor ao lado de Sérgio Irma, mas tudo muda quando os seus pais lhe dizem que tem de terminar esse namoro e terá de casar com outro homem: Dinis Bessa. Sete anos mais tarde, já casada e com um filho, Marlene reencontra Irma e tudo muda. Este reencontro inesperado não mexe apenas com Marlene, mas também com todas as outras pessoas à sua volta. Marlene manterá o seu casamento ou regressará ao seu amor antigo? Rosa Azul conta a perspetiva de várias personagens no que diz respeito ao sentimento que nos une: o amor. Será que se poderá identificar? Leia e descubra.

A GRANDEZA DAS COISAS SEM NOME

No dia em que recebe um Tony que o consagra como um dos grandes atores da Broadway, Samuel recebe também a notícia da morte da sua irmã em Madrid. Regressa à sua terra natal para assistir ao funeral e para reencontrar o seu pai, de quem nada sabia há 35 anos. Na mala leva o prémio para lhe oferecer e provar que venceu na vida. “Ao funeral de um ente querido trazemos uma coroa de flores para prestar homenagem ao morto e não uma de louro para nos vangloriarmos” foi a única coisa que recebeu em troca. Ao enfrentar o seu passado, os segredos da sua família, as suas traumáticas memórias de infância, Samuel inicia uma viagem de transformação interior. Pelo caminho descobre o poder do amor, da amizade, do perdão, a importância de aprender com os erros e os fracassos e de enfrentarmos os nossos medos para conquistarmos o bem mais preciso que temos: a nossa própria vida. Enrique Arce, ator da mundialmente conhecida série A Casa de Papel, estreia-se na literatura com uma Historia comovente, surpreendentemente sincera, que nos transforma de maneira iniciática.

A CONFRARIA DOS ESPECTROS

A CONFRARIA DOS ESPECTROS

Lisboa, Julho de 1833. Reina na cidade um sombrio desespero. Dentro de algumas horas, as tropas liberais deverão fazer aí a sua entrada, sem que nada nem ninguém se lhes consiga opor. Grupos de frades passeiam-se de rua em rua, a anunciar em altas vozes o Juízo de Deus. Há, por toda a parte, vinganças e assassínios. A morte parece andar à solta, com o seu cortejo de medos. É então que uma corveta sai a barra do Tejo, levando a bordo um jovem destinado a desempenhar, em Portugal e por toda a Europa, um papel simultaneamente misterioso e crucial. São João do Campo, Terras do Bouro, Outubro de 1847. Disparam-se os derradeiros tiros da guerra da Patuleia. Numa região agreste do norte de Portugal, o barão de Richemont tenta escapar a um destino que há muito lhe foi traçado. Os membros da terrível Confraria dos Espectros, entre os quais um fanático ultramontano e um francês admirador do célebre Vidocq, tentam por todos os meios localizá-lo e apropriar-se do tesouro que é voz corrente ter trazido para Portugal. Há rumores de que o barão é, na realidade, o Delfim, filho de Maria Antonieta e de Luís XVI, que contra todas as expectativas teria conseguido fugir dos seus carrascos, em 1794. Nova Iorque, Maio de 1911. Numa casa pobre de Brooklyn, agoniza Joseph Pinkerton, o herdeiro do fundador da célebre agência de detectives. Foi ele quem transmitiu a um jornalista, que pouco antes o tinha ido entrevistar, a Historia da Confraria dos Espectros e lhe permitiu também compreender o horrível segredo que ia morrer consigo. Mas por que é que o barão de Richemont, seja ele quem for, escolheu vir para Portugal? E que tesouro é esse que todos querem apanhar? Qual o papel da Confraria dos Espectros no reordenamento político da Europa? Que intrigas se urdem, nesses anos do século XIX, entre os gabinetes dourados da realeza e da diplomacia, as alcovas e os salões das grandes figuras da época e a escória das ruas e do crime? A Confraria dos Espectros é uma Historia romântica e dramática, cheia de melancolia e de acção, sobre a imparável ascensão da Europa liberal e as ilusões dos que tentaram opor-se-lhe.

O INDESEJADO

O INDESEJADO, ALFONSO VI

Um monarca maldito. Uma traição entre irmãos. Uma revelação que pode abalar o reino. Em finais do século XVII, um sacerdote português a viver em Roma recebe uma carta a pedir o seu regresso urgente, mas discreto, a Portugal. À chegada a Lisboa, o padre Bartolomeu é confrontado com uma informação espantosa – a de que D. Afonso VI, o rei destituído que morrera após um longo e penoso cativeiro, afinal, talvez tenha deixado descendência. A hipótese ameaça seriamente a estabilidade do reino. Se a alegada impotência de Afonso VI fora determinante na anulação do seu casamento com Maria Francisca de Sabóia, agora mulher do atual rei, a possibilidade de existir um descendente coloca em causa não só o processo de destituição de Afonso como também a legitimidade do poder de D. Pedro II. Urge por isso apurar a verdade. E agir. Figura controversa, Afonso não nascera para governar. Mas a morte de Teodósio, o filho varão de D. João IV, levá-lo-ia a iniciar um reinado que teria como coroa de glória as vitórias na guerra da Independência, mas terminaria na mais profunda vergonha, com uma conjura liderada pelo próprio irmão, D. Pedro, a pretexto da vida boémia de Afonso e do seu desinteresse pelos desígnios do País. Apesar do cognome, O Vitorioso ficaria com a sua reputação denegrida para sempre. Entre investigações, pistas ténues e viagens inesperadas, o padre Bartolomeu, que em tempos acompanhara o monarca deposto no seu cativeiro, mergulha numa espiral de segredos impenetráveis em busca de uma resposta difícil de encontrar – mas não duvidando nunca de que, para o regime D. Pedro, e tal como Afonso VI, o eventual e misterioso descendente seria um indesejado…

PENÚLTIMA ESPERANÇA

PENÚLTIMA ESPERANÇA

Mónica Ruivo isola-se em Porto Covo, para recuperar da dor causada pela morte do seu pai. Simultaneamente enfrenta também um desgosto de amor. Ali conhece um estranho empresário do mundo da moda que não a deixa em paz enquanto ela não aceita ser uma das suas modelos. Acabando por se envolver demasiado com ele. Deixando para trás a vida simples que levava, rapidamente se torna numa modelo famosa. Quando reencontra Alexandre, o seu grande e único amor, tudo pode voltar a acontecer. Sentimentos escondidos, numa paixão por resolver, o erotismo e o amor têm uma intensidade única. Numa equívoca contradição aos seus sentimentos mais profundos, depois de perder tudo o que tinha conquistado até ali, o amor consegue dar forças para vencer todas as batalhas. Recomeçou de novo. Numa penúltima esperança. Só que o destino tira-lhe o que ela tem de melhor na vida dando-lhe uma outra vida. Terá ela ainda forças para enfrentar todos os desgostos?

LAÇOS E ENTRELAÇOS

LAÇOS E ENTRELAÇOS

Milão é a cidade de todas as cores e de todos os encantos. É nesta cidade italiana que Alessandra Bertinelli vai descobrir a sua grande paixão, a Joalharia, dando asas e explorando minuciosamente esta arte, numa vertente muito particular, especial e delicada. Aos trinta e cinco anos, após uma infância, uma adolescência e um início de vida adulta encantadores, o mundo desaba aos seus pés e é forçada a reaprender a viver. As luzes entre a cidade de Milão e a cidade de Bolonha desapareceram como fumo naquela noite, que tinha tudo para ser a mais brilhante e a mais espetacular de todas… Será que Alessandra vai conseguir «sobreviver» e continuar a encantar os seus clientes com a beleza das suas obras? Todos se vão lembrar dela? e de como a vida é fugaz, impermanente, espantosa, sublime, dolorosa, cruel, deliciosa, impiedosa e doce! A jovem e talentosa Alessandra vai ajudar o leitor, impulsionando-o positivamente nos seus piores momentos de adversidade? pela sua Fé, ternura, coragem e muita persistência.

AGORA CONTO EU

AGORA CONTO EU

Carlos estava feliz pelo seu rapaz e não resistiu a festejar com os amigos do trabalho e, depois, com os da terra, apanhando uma bebedeira tal que, quando chegou a casa, não conseguiu tomar conta da filha, de quem forçosamente teria de cuidar, já que a mãe estava na maternidade e a avó só cuidava dela durante o dia. Esta, já com 5 anos, estava em casa quando o pai entrou e, apesar da idade, viu bem o desarranjo em que se apresentava. Não era a primeira vez. Ouviu-o falar e cantar até que lhe apeteceu, sem entender nada do que dizia. Viu-o atirar-se vestido para cima da cama e adormecer rapidamente, sem lhe dar qualquer importância. Era como se ela não existisse. Beatriz já o conhecia de outras vezes e assim, mesmo sem comer, recolheu-se no seu quartito frio e desaconchegado com um naco de pão na mão e lá ficou até que, de manhã, a avó apareceu e lhe contou que ela já tinha um irmãozito. Beatriz não gostou da ideia de ter esse irmão. Por causa dele, o pai não lhe tinha dado atenção, nem jantar, não falara nada com ela, e fizera tanto barulho toda a noite que a assustara. Ela, como era forte e destemida, comera um pedaço de pão e refugiara-se no que considerou um castigo. De manhã, Carlos ainda dormia vestido em cima da cama. Naquele dia não foi trabalhar. A avó, sem o acordar, pegou na menina e levou-a com ela, sempre a balbuciar: ? Volta sempre ao mesmo, não vai ter cura se não se internar. Teimoso como um burro. É sempre a mesma coisa, não tem emenda. Já sei como é, não tenha eu lá um exemplo em casa. A minha filha vai ter um tormento, ai, isso vai. ? Que vais a dizer, avó? ? Olha, vou a dizer que me valha Deus, que se não for Ele ninguém nos pode acudir, nem a mim, nem à tua mãe, nem ao teu pai, nem ao mundo, porque está tudo perdido.

OS ÚLTIMOS DIAS DO REI

OS ÚLTIMOS DIAS DO REI

Twickenham, 1932. Um jornalista vindo de Lisboa apresenta-se em Fulwell Park, a residência de D. Manuel II, que há 22 anos vive no exílio, em Inglaterra. Apresenta-se ao monarca para o entrevistar e com o projeto de uma biografia nas mãos. O rei recebe-o mas, embora visivelmente exausto, percorre memórias dia após dia, discute o presente com o visitante. Morre, contudo, inesperadamente, antes do trabalho concluído e nem a entrevista nem o livro chegam a ser publicados. Mais de oitenta anos depois, em 2016, um jovem português recebe um inesperado presente da dona da casa londrina onde está instalado: uma mala antiga cheia de papéis. A mala, explica-lhe a senhora, pertencera a um inquilino que habitara o mesmo quarto que ele agora ocupa. Era também português, fora ali para entrevistar D. Manuel II e acabara por acompanhar os últimos dias do antigo soberano. Naquela mala estão as memórias da etapa final da vida de um rei que recebeu o trono aos 18 anos, quando o pai e o irmão foram assassinados no Terreiro do Paço, em Lisboa, e que, dois anos e oito meses depois, foi derrubado pela revolução republicana. Afastado, atormentado pela saudade, encontrara nos livros e num trabalho feito entre hospitais durante a Grande Guerra o ânimo que os dias de céu cinzento e chuva não lhe davam na região onde residia. Entre as memórias guardadas na mala está também a chave para a descoberta de uma personagem fascinante da qual aquele jovem, como tantos outros portugueses, sabem o nome mas, na verdade, mal conhecem.

OS CONJURADOS DE 1640

OS CONJURADOS DE 1640

Durante a última década do poder filipino em Portugal, Manuel Bocarro, um médico cristão-novo, é chamado à corte de Madrid para tentar salvar a vida de D. Baltasar de Zuñiga, conselheiro de Filipe IV e figura grada da nobreza de Castela. Segue consigo o neto que ele muito ama, o jovem João, a quem o avô pretende assim oferecer alguma experiência do mundo. Em Madrid, porém, João não só encontra Miguel de Vasconcelos, que em rapaz retirara das águas do Tejo, como também trava conhecimento com D. Antão Vaz de Almada, que o alicia para a conjura da Restauração portuguesa. João regressa, pois, a Portugal e envolve-se numa série de intrigas que farão dele um dos heróis desconhecidos da revolução de 1 de Dezembro de 1640. A morte da mulher que sempre amara com uma paixão absoluta, a compreensão do papel desempenhado nessa morte pelo rival Miguel de Vasconcelos, o encontro com o misteriosíssimo D. Miguel de Ratisbona, um aventureiro que percorre toda a Europa em defesa de objetivos nem sempre muito claros, farão com que João Bocarro se dedique a uma vingança que acabará por transformá-lo num instrumento sem piedade da Providência e da Historia.

EU

EU, MARIA PIA

Chegou a minha vez de morrer. Como último desejo peço que me virem na direcção de Portugal, o país que me encheu de alegria o coração de menina e me tirou tudo o que de mais sagrado tinha quando mulher. Olhando para trás, reconheço que a minha vida foi marcada pela tragédia. Vi partir uma mãe cedo de mais. Não me consegui despedir do meu pai, enterrei um marido que, com palavras doces, conquistou o meu ingénuo coração e no final me humilhou com as suas traições, um filho em quem depositava todas as esperanças, um neto adorado, e por fim, a minha querida Clotilde, irmã de sangue e confidente. Claro que também tive momentos de felicidade. Quando sonhava acordada com príncipes e casamentos perfeitos, quando cheguei a Lisboa e o povo gritava o meu nome, quando viajava por essa Europa fora de braço dado com Luís, quando brincava no paço com os meus filhos ou quando estendia as mãos para ajudar os mais necessitados. Mas mesmo nestas alturas havia quem me apontasse o dedo. Maria Pia, a gastadora, a que dava festas majestáticas no paço, a que ia a Paris comprar os tecidos mais caros e as jóias mais exuberantes. Não percebiam eles que assim preenchia o vazio que, aos poucos, se ia instalando no meu coração.
Na sua primeira incursão pela escrita, Diana de Cadaval traz-nos um retrato psicológico de D. Maria Pia, rainha de Portugal. Num romance escrito na primeira pessoa, viajamos para os finais do século XIX, princípios do século XX para conhecer a trágica vida de uma princesa italiana feita rainha com apenas catorze anos. Recebida em clima de grande euforia, Maria Pia foi, 48 anos depois, expulsa de um país a quem dedicou toda a vida. Morria pouco tempo depois, demente, longe dos seus tempos de fausto e opulência, mas com a secreta esperança de que a morte lhe trouxesse a tranquilidade há tanto desejada.

NOVEMBRO

NOVEMBRO

O que faz correr Eduardo Pinto de Vasconcellos para a sede semiclandestina de uma organização nacionalista nas vésperas de exames decisivos? E que sombras carrega o pai, Henrique, ex-voluntário na Guerra de Espanha e banqueiro internacional? O que move Alexandre, intelectual, romântico, tímido e revolucionário?
No verão de 1973, a Historia está a preparar-se para tomar conta das Historias destes homens e das mulheres que amam, levando-os por Lisboa, Madrid e Luanda, na torrente da conspiração, da revolução e da contrarrevolução, até ao inverno de 1975.
Os heróis de Novembro agem, lutam e amam, sabendo à partida que a sua empresa é necessária, mas em grande parte fútil. Vivem a Historia de uma outra geração de 68, que também tinha 20 anos no 25 de Abril.
Novembro não é um livro de Historia, é um romance que se lê como um romance, um xadrez de
personagens, lugares, paixões, segredos, intrigas. E também a memória de um Portugal desaparecido. Em Novembro tudo acaba: o Império, a Revolução e os sonhos dos que, dos dois lados, não ficaram no meio e deram tudo por tudo.

A CORPORAÇÃO INVISÍVEL

A CORPORAÇÃO INVISÍVEL

Um MISTÉRIO. Uma MENSAGEM. Uma REVELAÇÃO.
Carlos Anderson dos Santos, mais conhecido por Charlie, é o líder de uma das maiores farmacêuticas do mundo e uma das «personalidades da década» segundo a revista Forbes. Mas o nome do milionário é também o mais recente numa lista de inexplicáveis desaparecimentos de gestores na City de Londres. Para evitar o pânico nos mercados e o colapso do império que Charlie fundou, os seus pares decidem abafar a notícia a todo o custo e contratam um detetive privado, que se infiltra na empresa com a clara missão de vigiar os movimentos dos principais suspeitos – os membros, ávidos de poder, do Conselho de Administração. Até que, inesperadamente, uma estranha mensagem leva o investigador a embarcar numa viagem repleta de mistérios e segredos de tempos imemoriais. Poderá um escrito com raízes no antigo Egito ser a chave do paradeiro de Charlie? Londres, a capital do dinheiro e da finança, é o palco desta trama imparável, que nos revela uma conspiração global e uma sociedade secreta inspirada num código de conduta milenar. Construído a quatro mãos e com rara mestria, A Corporação Invisível é um thriller viciante sobre a natureza do comportamento humano e a verdadeira essência do poder.

CONSTANÇA

CONSTANÇA

Uma Historia sobre esperança e traição.
A outra verdade sobre o romance de Pedro e Inês.
1336. A Península Ibérica está a ferro e fogo. A bela Constança, rainha de Castela, é repudiada pelo marido, Afonso XI, e o desejo de vingança do pai da jovem soberana leva-o a celebrar uma aliança com o rei de Portugal: a filha casará com o herdeiro do trono português, o infante D. Pedro. Constança, inteligente, devota e sofredora, anseia há muito por um destino ao lado do príncipe. Não imagina, porém, que, na sua vida recheada de infortúnios, a maior tragédia está ainda por acontecer, nem que a traição irá partir daqueles que mais ama e em quem mais confia: Pedro, o seu impetuoso marido, e Inês, a sua aia, amiga e confidente. Baseado numa investigação rigorosa e retratando de forma sublime uma época de grandes convulsões políticas, Constança é um romance de leitura compulsiva que nos dá a conhecer a protagonista involuntária, e esquecida pela memória colectiva, do grande mito romântico da Historia de Portugal.

ESSÊNCIA DE MULHER 3ª EDIÇÃO

ESSÊNCIA DE MULHER 3ª EDIÇÃO

A Historia deste livro aborda questões interessantes, seja qual for a época, do relacionamento entre jovens na sua adolescência, das relações com os pais e do seu inevitável contacto com o mundo real, cuja paleta se apresenta sempre de cores vivas, realçando a alegria da vida, mas também muito escuras, equivalentes a situações dolorosas? Traz-nos o amor de Tiago e Carmem, que marcam indelevelmente os papeis principais. E cedo aprendem que essencialmente a vida não é fácil. Num percurso de altos e baixos, num curso, numa atividade profissional ou numa vida familiar, nada se conquista por mero acaso. Antes pelo contrário, quando um objetivo é conquistado, tal obedeceu à persistência, ao entusiasmo e à convicção que cada um colocou na vida de todos os dias, numa luta corajosa por aquilo que lhe é mais querido. Desde o dia em que se conheceram, até à estabilidade do casamento, Tiago e Carmem tiveram de ultrapassar diversos obstáculos, contudo o amor, que desde cedo os uniu, foi a alavanca fundamental para superarem obstáculos sempre desagradáveis. Como tónico de leitura, a Historia atravessa o período da expansão do «sonho português» em África, passando pela fase revolucionária do «25 de Abril». Tempos que foram muitos difíceis, sem dúvida. Mas que, por isso mesmo, carimbam esta Historia com a dureza em que a vida, muitas vezes, nos é fértil.

CASOS DO CORAÇÃO

CASOS DO CORAÇÃO

Cada coração conta a sua Historia. Quando Ângela decide confessar os seus maiores segredos pela primeira vez, todo o seu mundo torna-se num lugar estranho aos seus olhos. Começa a construir uma nova visão em relação a todos os pecados cometidos, quando o adultério se tornou uma presença constante em sua vida, que acaba por ensinar-lhe uma lição valiosa. Uma fase chocante e misteriosa da sua vida, será então partilhada consigo, caro leitor.