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POLÍTICA DE ENSINO

POLÍTICA DE ENSINO

Esperemos que o Povo, o legítimo detentor do poder democrático consagrado na Constituição, saiba e queira impor ao poder político a organização de um Sistema de Ensino capaz de assegurar um futuro dignificante aos seus jovens e de pugnar activamente pelos princípios e valores culturais que subjazem à fundação de Portugal e à sua afirmação no Mundo. Ana Vieira da Silva

NACIONALISMO

NACIONALISMO

Esta obra vem explicar que a democracia ocidental morreu, que vivemos uma ditadura disfarçada de democracia. O politicamente correcto, a política da inevitabilidade e da opção única vieram acabar com a democracia, por não permitirem uma verdadeira escolha. Esta é a razão do crescimento do novo nacionalismo, uma ideologia que, ao contrário do que a comunicação social pretende fazer crer, é não-radical, não-racista, não-xenófoba e não-homofóbica e que se tem revelado como única alternativa real a esta ditadura da unanimidade e de pensamento único, imposta pelas instituições internacionais. Uma ditadura que tem por objectivo último o desaparecimento das fronteiras, quer políticas, quer culturais, criando, assim, um mercado único com um povo único, com uma cultura única (ou a falta dela) por ser economicamente mais eficaz. O novo nacionalismo, pelo contrário, defende as nações, as suas fronteiras, as suas culturas, a sua soberania e a independência da sua economia. Este vai ser com toda a certeza o combate político do século XXI, o confronto entre o novo nacionalismo e o internacionalismo ultraliberal que quer ditar o fim das nações.

SELVA HUMANA COM MÁSCARA DEMOCRÁTICA

SELVA HUMANA COM MÁSCARA DEMOCRÁTICA

Desde os primórdios da Humanidade, sendo ainda dominantes, as comunidades monofamiliares e tribais originárias do mesmo tronco hereditário comum, em vias de extinção, baseiam o relacionamento entre si em relações humanas de cooperação solidária e de complementaridade de aptidões e de competências individuais, garantes da coesão social, que caracteriza qualquer comunidade humana algo civilizada. Em determinados momentos da Historia humana, tribos originárias de troncos hereditários diferentes entraram em conflito pela disputa do território que cada uma ocupava, bem como dos recursos de subsistência naturais que nesses territórios existiam. Do resultado dessas lutas, a tribo vencedora reduzia os vencidos à condição de escravos absolutos ou de animais domésticos, tendo surgido o primeiro conceito de Estado organizado – o Estado esclavagista. No entanto, em consequência de frequentes e violentas revoltas dos escravos contra os esclavagistas, estes foram concedendo direitos legítimos aos escravos, dando origem ao Feudalismo e ao Capitalismo, no entanto esses progressos sociais nunca excluíam a segregação social. Perante este quadro socialmente discriminatório, filósofos da Grécia Antiga conceberam um modelo de organização socioeconómico e político, que pusesse termo às referidas desigualdades sociais, designado por Democracia, definido nos seguintes termos: Democracia de um povo é o governo desse povo ser eleito pelo voto pessoal, livre e direto de todas as pessoas responsáveis desse mesmo povo, para o bem comum (sem excluir quem quer que seja). É evidente que neste conceito não têm cabimento relações humanas de competição, nem a existência de corporações de interesses específicos, típicos de uma relação de competição, violadora do conceito de Democracia, como são os partidos políticos. E assim, ainda atualmente se subverte o conceito de democracia, em nome da própria Democracia.