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TEMPLÁRIOS EM TOMAR

TEMPLÁRIOS EM TOMAR

Não é tarefa fácil escrever sobre os Templários, quando as fontes estão dispersas e derivam essencialmente de pesquisa em templos, em fortalezas e outras obras onde eles nos deixaram sinais e indícios, que há que interpretar, correlacionar entre si, deduzir e concluir, já que grande parte do registo escrito da história destes destemidos e ?sobredotados? Cavaleiros do Templo, quer por causas calamitosas, quer por razões premeditadas, não tem sido fácil de encontrar.

DEMBOS

DEMBOS

Estas crónicas foram escritas alguns anos depois do regresso de Angola, em cadernos que transportava diariamente e onde ia coligindo as memórias ainda vivas do périplo no Ultramar. Uma incerta aventura de catorze meses, iniciada ao som lúgubre e melancólico das sirenes do paquete Vera Cruz, o mesmo som que adiou a juventude a tantos mancebos dessa época. O relato pungente de um rapaz da província que não ia minimamente preparado para o que iria encontrar em África; acaso alguém estaria? mas que acabou por se desembaraçar. Afinal era a guerra, a Guerra Colonial ou a Guerra do Ultramar, consoante as convicções políticas à data. Quase uma crónica de viagem, com todos os condimentos necessários a este tipo de literatura, apimentada pelo medo do desconhecido e arriscando a vida em cada trilho ou picada. Com um final feliz para quem a leu, e para quem a viveu.

O CANTE ALENTEJANO NO CANCIONEIRO DO PADRE MARVÃO

O CANTE ALENTEJANO NO CANCIONEIRO DO PADRE MARVÃO, 3ª EDIÇÃO

Clara Santana Rita, natural de Amareleja, conhece os hábitos e tradições do Baixo Alentejo; ama e sente o Cante Alentejano como coisa sua. Neste livro ? resumo adaptado de um trabalho universitário ??revela-nos um dos primeiros cancioneiros alentejanos veículo do reportório do Cante: O Cancioneiro do Padre António Marvão, distinto etnólogo e musicólogo amarelejense (1903-1993). Com formação em Línguas e Literaturas Modernas / Românicas, a autora esteve ligada durante duas décadas à Universidade Autónoma de Lisboa, quer como docente, quer como investigadora no Centro de Estudos Linguísticos, Comparados e Multimédia. Leccionou diversas unidades curriculares nas áreas de Literatura e Cultura Portuguesas e Francesas, bem como o Seminário de Metodologia do Trabalho Científico. Além de várias participações em conferências e colóquios nacionais e internacionais, publicou mais de uma dezena de artigos em revistas da especialidade: nos Anais de Línguas e Literaturas da UAL, na revista da Sociedade da Língua Portuguesa e, ainda, na revista electrónica E-scrita. A autora integrou o júri do Grande Prémio Internacional de Linguística Lindley Cintra em 2000; pertenceu à Direcção da Sociedade da Língua Portuguesa de 2002 a 2008; pertence ao Corpo Editorial Consultivo da revista electrónica E-scrita, UNIABEU, Brasil, desde 2010.

SUBSÍDIO PARA UMA LEITURA NOVA DO ROMANCE FANGA

SUBSÍDIO PARA UMA LEITURA NOVA DO ROMANCE FANGA

A portada deste livro deixa claramente transparecer o objectivo que o norteia, ou seja verter para letra de forma uma acepção ou leitura nova, aliás, inédita de Fanga, romance de Alves Redol. E, assim, o autor postergou o carácter apologético do romance, já exaustivamente glosado, para exaltar a vertente antropológica da obra. Isto com manifesto e vultuoso ganho para a Historia social da vila da Golegã, na década de quarenta. Redol como, de resto, o autor, na sua esteira, fundaram este inventário de memórias e reminiscências no testemunho presencial e na tradição oral, uma forma não despicienda de reconstrução do passado. O mais que se vê deste livro é um glossário apenso, prontuário auxiliar ou vade mecum indispensável na leitura e compreensão do romance. E também um rol das alcunhas dos habitantes da vila, condimento essencial para a contextualização dos sucessivos andamentos da obra.

O OLHAR COLONIAL EM EÇA DE QUEIRÓS

O OLHAR COLONIAL EM EÇA DE QUEIRÓS

O olhar colonial em Eça de Queirós enquadra o testemunho queirosiano na expansão europeia em África na segunda metade do século XIX. Este romancista português, ao incluir na sua produção literária variadas referências às diferentes etapas do imperialismo, tornou-se uma testemunha modelar da disputa colonial da sua época. Oscilando segundo o quadro mental e a conjuntura política de cada década, as alusões africanas contidas na prosa de Eça de Queirós vão evoluindo ao longo da sua carreira jornalística e literária. As implicações geopolíticas decorrentes dos acontecimentos ultramarinos estão presentes nos textos queirosianos, chegando até a associar personagens ficcionais aos principais conflitos coloniais. Este livro, dividido em três partes, começa por enquadrar a vida de Eça nas transformações do século XIX. De seguida, apresenta o conceito queirosiano de colonização, a compreensão do imperialismo pelos diferentes grupos sociais e os interesses económicos intrínsecos à ocupação africana. Por fim, analisa-se a abordagem de Eça de Queirós aos problemas coloniais nas diversas regiões africanas.

O CANTE ALENTEJANO NO CANCIONEIRO DO PADRE MARVÃO

O CANTE ALENTEJANO NO CANCIONEIRO DO PADRE MARVÃO

Clara Santana Rita, natural de Amareleja, conhece os hábitos e tradições do Baixo Alentejo; ama e sente o Cante Alentejano como coisa sua. Neste livro ? resumo adaptado de um trabalho universitário ??revela-nos um dos primeiros cancioneiros alentejanos veículo do reportório do Cante: O Cancioneiro do Padre António Marvão, distinto etnólogo e musicólogo amarelejense (1903-1993). Com formação em Línguas e Literaturas Modernas / Românicas, a autora esteve ligada durante duas décadas à Universidade Autónoma de Lisboa, quer como docente, quer como investigadora no Centro de Estudos Linguísticos, Comparados e Multimédia. Leccionou diversas unidades curriculares nas áreas de Literatura e Cultura Portuguesas e Francesas, bem como o Seminário de Metodologia do Trabalho Científico. Além de várias participações em conferências e colóquios nacionais e internacionais, publicou mais de uma dezena de artigos em revistas da especialidade: nos Anais de Línguas e Literaturas da UAL, na revista da Sociedade da Língua Portuguesa e, ainda, na revista electrónica E-scrita. A autora integrou o júri do Grande Prémio Internacional de Linguística Lindley Cintra em 2000; pertenceu à Direcção da Sociedade da Língua Portuguesa de 2002 a 2008; pertence ao Corpo Editorial Consultivo da revista electrónica E-scrita, UNIABEU, Brasil, desde 2010.