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LAS TRANSFORMACIONES DE AMÉRICA LATINA

LAS TRANSFORMACIONES DE AMÉRICA LATINA

Diez años atrás, América Latina se encontraba en un momento de grandes expectativas de cambio. Tanto en la dimensión económica como en la política adquirían protagonismo no solo gobiernos que reivindicaban un nuevo papel para Latinoamérica, sino también un conjunto de actores sociales en efervescencia, a la vez que se daba un nuevo empuje a la integración regional y a la Cooperación Sur-Sur. Hoy la situación de la región es incierta y existen amenazas que pueden echar por tierra las conquistas sociales, políticas, económicas y de inserción internacional autónoma que han permitido el logro de una “década ganada” para los países latinoamericanos. ¿Cuáles son el sentido y las implicaciones de los cambios que se registran en la región en los últimos años en una tendencia calificada por algunos analistas como un “fin de ciclo”? Para responder esta pregunta y calibrar el alcance de las transformaciones en curso, un selecto grupo de académicos latinoamericanos y españoles identifican los procesos estructurales que subyacen a las innegables transformaciones que se registran en América Latina reflexionando sobre sus posibles consecuencias e impactos

O PESO DA MUDANÇA

O PESO DA MUDANÇA

Sabe como lhe custa perder aqueles três quilos que acumulou no Natal? Ou ver-se livre daqueles cinco que lhe vão permitir vestir a roupa perfeita para o verão? É difícil, não é? Agora imagine que, em vez de três ou cinco, tem de perder 50 quilos. E imagine também que, durante toda a vida, esse excesso de peso o impediu de viver, de socializar, de se sentir bem consigo mesmo, de ser feliz. O Peso da Mudança é o relato da experiência única de Daniel Vaz, um consultor na área da comunicação que decidiu mudar radicalmente a sua existência, como se agarrasse uma segunda vida, em vez de se conformar com a obesidade mórbida de que sofria. Neste livro comovente, grandioso, profundamente humano, conta-nos um percurso de altos e baixos, sucessos e frustrações, à medida que as dietas davam os seus frutos ou, pelo contrário, o ponteiro da balança teimava em não descer. Uma verdadeira odisseia dos dias modernos. O livro revela o que levou o autor a engordar e a desistir de se olhar ao espelho, como também descreve, de forma detalhada, como perdeu 50 quilos: as estratégias que adotou, o que comeu, o que fez certo e o que podia ter sido feito de outra forma. Em três anos, conseguiu perder os 50 quilos que desejava. Mas durante o processo, entre avanços e recuos, emagreceu e engordou, para depois voltar a emagrecer e engordar e novamente emagrecer. Contas feitas, ao longo do seu percurso de três anos, perdeu mais de 100 quilos. Este não é um livro de dietas. Não é escrito por um nutricionista, endocrinologista ou personal trainer. É o testemunho de quem realmente já passou pela experiência de perder peso – muito peso – e decidiu, graças a uma determinação e coragem invulgares, que a sua obesidade nunca mais seria o traço mais definidor da sua personalidade.
Uma Historia inspiradora para qualquer pessoa que queira mudar.

ERA UMA VEZ LISBOA

ERA UMA VEZ LISBOA

A Historia de Lisboa é feita de vidas, lugares, paixões, tragédias, confrontos, conspirações. Conhecer Lisboa é também recuar no tempo e descobrir a cidade que passou pelas piores calamidades desde o terramoto de 1755, passando pela Peste Negra, até ao dilúvio que matou centenas de lisboetas, mas que sempre se ergueu. Uns, como Calouste Gulbenkian, vieram de fora e apaixonaram-se perdidamente, outros, como o Marquês de Pombal, fizeram-na renascer das cinzas. E que Historias terão os seus lugares para contar? O Paço da Ribeira foi destruído em 1755, mas assistiu a tanto… À partida das caravelas, a tragédias, casamentos reais, o bulício do Terreiro do Paço e das suas gentes.
Já o Aqueduto das Águas Livres abria caminho pelos campos e pela cidade para trazer água àqueles que dela precisavam. Mas Lisboa é feita também de vilões e de heróis. Dos primeiros reza a Historia que matavam em série, como Diogo Alves, que, em 1841, foi acusado de assassinar 70 pessoas, ou que burlavam os mais incautos. Já os heróis ficarão para sempre na memória dos lisboetas e Martim Moniz ou os Mártires da Pátria não são apenas topónimos desta cidade, mas, acima de tudo, heróis que deram a vida por aquilo em que acreditavam. O amor corre pelas ruas e vielas da capital: o conde de Vimioso perdeu-se de amores pela fadista Severa, e Sá-Carneiro apaixonou-se na amena Lisboa por uma «princesa nórdica num esquife de gelo». As «estórias» lisboetas são tantas que muitas se perderam no tempo, mas nada como recuperá-las: a tentativa do rei D. Manuel I para realizar um combate entre um rinoceronte e um elefante, ou o facto de o embaixador francês em Lisboa Jean Nicot ter sido responsável por pôr o resto do mundo a fumar, ao tornar-se o primeiro importador de tabaco no século XVI. Estas são algumas das Historias que o jornalista Luís Ribeiro nos apresenta num livro que nos revela uma cidade única e singular que tantas vezes calcorreamos, mas da qual, por vezes, tão pouco sabemos.

CONDENADOS

CONDENADOS

Tiago Palma estava convicto de que iria ser absolvido. Tanto que, no dia da leitura da sentença, levou um saco de ginástica para o tribunal, pois planeava ir treinar logo a seguir. Os planos saíram-lhe tragicamente furados: foi condenado a 18 anos de prisão porque teria integrado um grupo de skinheads que espancou um homem até à morte. Porém, escrutinando as provas, a verdade é que ele só foi condenado porque não conseguiu explicar qual o percurso que fez na noite do crime. Ou seja, por não conseguir provar que estava inocente. Andreany Vaz também foi condenado por homicídio, juntamente com outros quatro rapazes. Duas testemunhas oculares disseram que disparara sobre a vítima. Contudo, os implicados frisaram que ele não participara no crime e nem sequer estivera no local; um deles assinou duas cartas-confissão e, numa entrevista televisiva, confessou a autoria do homicídio. Nada disso foi suficiente para garantir a sua absolvição, nem ao menos para que o caso fosse reaberto. Em Condenados, A justiça também pode errar revela-se uma justiça que nem sempre prende e condena os verdadeiros culpados. Nalgumas situações há pistas que não foram devidamente exploradas e noutras decisões que nos deixam perplexos. Numa dezena de casos, que vão do roubo ao homicídio e ao abuso sexual, a autora Sofia Pinto Coelho, uma das jornalistas mais experientes e prestigiadas da televisão portuguesa, parte das vidas de gente que ela crê ter sido condenada sem provas seguras para uma reflexão dura, mas necessária, sobre o nosso aparelho judicial, que parece sempre resistir a assumir os seus erros.

YO JUDIO

YO JUDIO, LA UTOPÍA QUE NO FUE POSIBLE

Foto fija del Israel de los 60, cuando presidía Zalman Shazar y gobernaba como primer ministro Leví Eshkol, cuando se cuestionaba ¿quién es judío?, se discutía con acaloramiento si el ?Shalom?, trasatlántico de lujo, podía llevar o no cocina pura e impura, se perseguía a las escuelas de ?Misiones? por enseñar en cristiano, y en el colmo de la intransigencia, se apedreaba a los turistas por viajar en ?shabath?. De todo esto habla este libro, entre novela y ensayo, sin acritud, pero contando las cosas en su verdad más cruda. ¡Verdades como puños!

TRUMP

TRUMP, EL TRIUNFO DEL SHOWMAN.

Estamos ante una mirada periodística de la irrepetible campaña que vivió Estados Unidos, protagonizada por un populista genuinamente americano, Donald Trump. La aparición del magnate, que trivializó la verdad con técnicas de reality show y su dominio del Twitter, fue la provocación perfecta para los medios, que no supieron intuir su victoria. Tras doblegar con el voto obrero al establishment más poderoso del mundo, el trumpismo abre una etapa de incertidumbre en EE.UU., Europa y España. Joe Biden, ex vicepresidente de Estados Unidos «América no debe retraerse del mundo; a muchos países les interesa que suceda» Carlos Gutiérrez, ex secretario de Comercio «Lo fuerte y lo grande es que el Partido Demócrata cedió el voto obrero a los republicanos» Ralph Keyes, escritor «La gente inteligente ha aprendido a repartir la mentira sin culpabilidad. Eso es la posverdad Moisés Naím, escritor y analista «Trump probó que el poder ahora es más fácil de obtener. Pero también es más díficil de usar» Michelle Kosinski, corresponsal de CNN ante la Casa Blanca «Cuando la exageración y la mentira ahogan la verdad, hay que denunciarlo en voz alta»

LA CIUDAD MENTIROSA

LA CIUDAD MENTIROSA

Barcelona se ha constituido en escenario de un fraude y de un fracaso. El fraude de la actuación de políticos y urbanistas que concibieron y emprendieron el “modelo Barcelona” a través de la promoción inmobiliaria, comercial y turística de la ciudad. Barcelona, explica el autor, es una top-model, una mujer que ha sido entrenada para permanecer atractiva y seductora, que se maquilla para después exhibirse o ser exhibida en la pasarela de las ciudades-fashion, lo más in en materia urbana. Ésa es la Barcelona-éxito, la que está de moda, como lo demuestra la fascinación que despierta en los turistas de todo el planeta que la visitan. Pero Barcelona es también modelo de otras cosas, que las concesiones “sociales” no acaban de disimular. Todos los procesos de transformación que ha experimentado la ciudad la han convertido ciertamente en modelo, pero en modelo de cómo una ciudad se concibe sólo como poder y como dinero, de espaldas a los problemas más acuciantes de sus habitantes y frente a la perspectiva de elevar los niveles de justicia y libertad. El fracaso de una ciudad que se levanta ciega ante las miserias que cobija, sordomuda ante las exclusiones que genera sin parar. Así, en lugar de la amable arcadia de civilidad y civismo en que debía haberse convertido Barcelona según lo planeado, lo que se mantiene a flote, en la superficie, a la vista de todos, son las pruebas de que la desigualdad, la exclusión, la anomia e incluso la violencia continúan siendo ingredientes consustanciales a la existencia de una gran ciudad capitalista.

HISTORIA DE MARRUECOS

HISTORIA DE MARRUECOS

Al contrario de lo que el discurso historiográfico dominante nos ha hecho pensar, el surgimiento de Marruecos no solo puede entenderse a la luz de la independencia de 1956. Con siglos de historia tras de sí, es un país con una larga trayectoria de relaciones, tanto dentro de África como con los estados europeos. El territorio de Marruecos ha sido objeto de conquistas y lugar de establecimiento de numerosos grupos de población desde tiempos remotos. Desde el siglo XII a. C. vio pasar a fenicios, cartagineses y romanos, mucho antes de que el islam hiciera acto de presencia. La conquista árabe en el siglo VII d. C. inició un baile de fronteras que, en adelante, determinaría la historia de este territorio; un baile que llevó en algunas ocasiones dichas fronteras hasta las puertas de Francia —en el contexto de la conquista de la península Ibérica—, para luego verse replegadas o surgir dentro del propio territorio, con la aparición de nuevos grupos disidentes y divisiones internas. La sucesión de dinastías y el crecimiento de grandes ciudades —Fez, Marrakech, Casablanca, Rabat…— son el marco para el desarrollo de una historia que nos lleva hasta los repartos y rivalidades coloniales, el establecimiento de los Protectorados español y francés en 1912, con el papel decisivo del mariscal Lyautey, y el desarrollo de la Segunda Guerra Mundial y, cómo no, hasta su independencia en 1956 y los sucesivos reinados de la dinastía alauí.

BREVE HISTORIA DEL CONFLICTO ARMADO EN COLOMBIA

BREVE HISTORIA DEL CONFLICTO ARMADO EN COLOMBIA

El conflicto armado interno colombiano tiene una vigencia de más de cincuenta años, si bien sus raíces se hunden en la década de los años treinta. Además de las
dos tradicionales guerrillas más longevas de América Latina, como son las FARC y el ELN, a lo largo de estas décadas se han sumado como protagonistas del conflicto
otro considerable número de grupos armados tales como paramilitares, cárteles de la droga, guerrillas urbanas o de reivindicación indígena, además de bandas
criminales. Su superación ha transitado desde esfuerzos de diálogo hasta políticas reaccionarias de sesgo militarista. Esta obra sintetiza las más de cinco décadas de
conflicto armado para comprender la complejidad de la violencia en Colombia, pero, igualmente, los nuevos horizontes y desafíos para la seguridad, una vez se ponga fin
a un conflicto que ha dejado más de 220.000 muertos.

TUDO POR UMA BOA HISTORIA

TUDO POR UMA BOA HISTORIA

Como são preparadas as reportagens? Como são sentidas pelos repórteres? Que contrariedades enfrentam? Vinte e quatro jornalistas de várias gerações oferecem-nos um relato vivo sobre o que acontece no terreno, dando-nos a conhecer melhor uma profissão que, numa época de informação fácil e barata, mas ao mesmo tempo tão perigosamente manipulável, nunca foi tão importante para a democracia. José Pedro Castanheira conta-nos como descobriu num português um dos primeiros terroristas recrutados pela Al Qaeda provando que um jornalista está disposto a ir até ao fim do mundo por uma boa Historia. Cândida Pinto recorda como, na Líbia em 2011, dispensar o colete antibala, num dia em que os termómetros atingiam os 40 graus, lhe podia ter custado a vida. Será sempre difícil explicar a um irmão (como tentou Sofia Lorena), ou a qualquer outra pessoa, porque é que o jornalista tem de correr para os lugares de onde todos os outros fogem. A única resposta é: por ser jornalista. Vítor Serpa devia ter sido “apenas” o correspondente que cobria as provas de natação na Argentina, em 1982, mas acabaria a reportar o ambiente de guerra criado pelo conflito entre a Argentina e o Reino Unido por causa das Malvinas. As fotografias de Mário Cruz, vencedor do World Press Photo, atestam o tanto que uma boa reportagem tem a fazer pelo mundo. Por sua conta e risco, registou as crianças acorrentadas no Senegal. O que gravou com a sua máquina fotográfica serve hoje para o governo combater este tipo de opressão. Tudo por Uma Boa Historia é uma travessia original pelo que de melhor se faz no jornalismo em Portugal. O leitor encontrará aqui dúvidas, angústias, medos, mas também conquistas, prazer e sabedoria, pela voz dos que vivem de contar o mundo aos outros.

PORTO D’ HONRA

PORTO D’ HONRA

Antiga, mui nobre, sempre leal e invicta cidade do Porto. Com este título no brasão de armas, o Porto tem uma Historia riquíssima, que se confunde com a do próprio país. Manuel de Sousa, um dos mais entusiastas divulgadores da Historia da cidade, leva-nos numa visita guiada pelo passado, através de acontecimentos que constituem uma parte fundamental da identidade portuense, como o desastre da Ponte das Barcas, as invasões francesas e o sofrimento que infligiram à população, o legado deixado pelos judeus (não será por acaso que a cidade alberga a maior sinagoga da Península Ibérica), a Historia da mãe de todas as praças portuenses: a da Liberdade, ou o famoso cerco do Porto, que acabou por dar à cidade o título de «Invicta». Mas muitos dos aspetos relatados nesta obra são bem menos conhecidos ou estão mesmo por descobrir, contribuindo assim para sublinhar o carácter sedutor e fascinante do Porto. O atual Palácio da Bolsa, um dos ex-libris da cidade, foi construído sobre as ruínas do Convento de São Francisco, local onde o rei D. João I pernoitou antes de casar com D. Filipa de Lencastre. Já a Rua do Almada, paralela à Avenida dos Aliados, homenageia João de Almada e Melo que, juntamente com o seu filho, mudou para sempre a face do Porto e criou aquilo que hoje conhecemos como Baixa. Na Igreja da Lapa, encontra-se, numa pequena urna de prata, o coração de D. Pedro IV, que deixou expresso que aquele fosse legado à cidade. Os cafés, antigos botequins, foram antros de conspirações e grandes exemplos do que de melhor havia na arquitetura e decoração. Foi nos cafés da Praça que se preparou a revolta republicana de 31 de janeiro de 1891 e o Piolho foi o primeiro botequim portuense a ter eletricidade e a adquirir uma máquina de café La Cimbali que deu o nome ao cimbalino. Estas são apenas algumas das Historias, segredos e curiosidades presentes neste livro que marcam a Historia da Invicta ao longo dos tempos.

CONSTRUTORES DO IMPÉRIO

CONSTRUTORES DO IMPÉRIO

O Império Português foi construído por todo o Reino: reis, nobres, membros do clero e do povo, pelos que partiam e pelos que ficavam. Um esforço conjunto que permitiu a Portugal mostrar novos Mundos ao Mundo. Mas quem foram as figuras que encabeçaram esta construção? Algumas são mais conhecidas, como o Infante D. Henrique, Afonso de Albuquerque ou D. João de Castro, mas outras ficaram na sombra, apesar do seu trabalho e esforço para consolidar o poder de Portugal. Construtores do Império apresenta-nos 12 biografias de personalidades que se revelaram essenciais para a construção do Império Português: D. Fernando, o Infante Santo, pelo seu cativeiro e consequente morte, foi o garante da conservação de Ceuta, peça imprescindível para o poder português no Norte de África. D. Beatriz, a única mulher retratada nesta obra, foi responsável pelo crescimento económico da Madeira, pela reorganização do povoamento dos Açores e pelo desenvolvimento de Cabo Verde. Jos Dutra, capitão do donatário dos Açores, representa este grupo e a sua importância na consolidação do Império. Bartolomeu Dias, um dos heróis dos Descobrimentos, simboliza os navegadores que desbravaram o oceano ao longo do século XV. Pedro e Jorge Reinel fazem parte da primeira geração de cartógrafos portugueses, o seu talento e conhecimento permitiram visualizar os novos territórios conquistados. Duarte Coelho começou a sua carreira na Ásia, tendo acabado como colonizador do Brasil, um reflexo do deslizar do centro de interesses do Império Português do Oriente para o Atlântico Sul. Estas são apenas algumas das figuras que os historiadores João Paulo Oliveira e Costa e Vítor Luís Gaspar Rodrigues nos apresentam nesta obra que realça a dimensão da ação individual na Historia. Oriundas de meios sociais diferentes e tendo desempenhado funções variadas, todas contribuíram para que a autoridade da Coroa de Portugal e a influência das suas gentes se espalhasse pelo mundo, desde o Brasil até ao Japão

LA BATALLA DEL LÍMITE

LA BATALLA DEL LÍMITE

En la geopolítica, la guerra siempre ha sido el instrumento más utilizado en las relaciones internacionales. Las estrategias imperialistas demuestran que Inglaterra planeó crear un espacio territorial que cruzara el continente de norte a sur. Alemania y Bélgica tenían como misión impedir el “ultimátum británico”. Los ingleses, en su momento de mayor esplendor naval, se molestaron en conquistar más territorios en las zonas más ricas, (Canal de Suez, Estrecho de Gibraltar, África centro-austral), si bien es cierto que la salida al mar es una pieza clave para explicar la política exterior. Francia, por su parte, concentró la mayor cantidad de territorios en el norte, centro y oeste de África, mientras que Alemania y otros países europeos lograron pequeños espacios coloniales entre otros imperios como España, Portugal y Holanda. Los intentos para mediar la competencia imperial en la Conferencia de Berlín de 1885 no pudieron establecer definitivamente los reclamos de cada una de las potencias involucradas. Este espíritu invasor fue el principal factor que originó la I y Ii Guerra Mundial, y otras tantas contiendas que se libraron en aras de los intereses del subsuelo. Esta novela de caballería africana, narra una de esas batallas que pudieron producirse en el noreste de Río Muni (Guinea Ecuatorial), entre franceses, británicos, portugueses y españoles. Por el otro lado de la esfera, se ha producido el Desastre del 98 y, en el marco del Tratado de San Idelfonso (1777), España debe adaptarse al regeneracionismo. Y ante los reclamos independentistas de la sociedad ecuatoguineana, Felipe Beno, en este relato cuasi-realista, sentimental, conmovedor e inteligente, se adentra en las páginas más oscuras del imperialismo capitalista, en La Batalla del Límite, en el actual Distrito de Ebibeyín.

JENARO

JENARO, LOS SUYOS Y LA GUERRA DE CUBA

Libro familiar e Historia. Trata de un militar que luchó en la guerra de Cuba, y en la Revolución ?Gloriosa? española, y de su entorno familiar. Relata la vida de Jenaro Roldán del nacimiento a la muerte, con los avatares nacionales de su época, Historias y familiares. Y se completa con algunas noticias de los suyos tras su fallecimiento.

HÉROES

HÉROES

Todas las historias sobre conflictos bélicos nos transmiten sufrimiento, el dolor de las personas que las padecen en mayor o menor medida. Los niños, las victimas más inocentes de hechos y situaciones injustas, ellos que un día vieron como sus vidas se implicaron forzosamente en guerras que no habían provocado, situaciones creadas por la sin razón de intereses oscuros e incomprensibles para ellos, una espiral de violencia en la que ciudadanos normales de pueblos y ciudades pasaron de vivir de forma tranquila a ser víctimas directas de la locura más extrema. Héroes, se compone de varios relatos cortos sobre situaciones que vieron y vivieron soldados desplegados en zonas de conflicto. Fueron espectadores privilegiados de las mayores injusticias sobre los habitantes de estos países, una arbitrariedad que en muchos casos no pudieron detener a tiempo.

MADRID

MADRID, UNA CIUDAD EN GUERRA

En 2016 se cumplen ochenta años del inicio del acontecimiento que, quizá, haya marcado más profundamente nuestra historia contemporánea. Como en cada aniversario, se han sucedido artículos, editoriales, homenajes y silencios sobre los que gravita un pasado traumático que a veces parece ser más familiar que conocido. Y aunque de aquel ayer nos siguen hablando hoy algunas calles y monumentos, y un debate público que sigue definiéndose por su ausencia, ese pasado corre el peligro de resultarnos extraño. Pero ¿realmente puede decirse algo nuevo sobre el conflicto? Madrid, capital y ciudad, frente y retaguardia, protagonista tanto en la resistencia republicana como en la victoria franquista, es un espacio privilegiado para hacerse nuevas preguntas sobre la Guerra Civil. A través de seis análisis, este trabajo ensancha los límites cronológicos convencionales al entender que, como población ocupada, en Madrid la guerra no terminó en 1939. Madrid, una ciudad en guerra, 1936-1948 es ante todo una invitación al debate, a seguir preguntándose por las heridas del pasado y a apostar, de forma decidida, por un diálogo abierto con la sociedad.

BREVE HISTORIA DE LAS BRIGADAS INTERNACIONALES

BREVE HISTORIA DE LAS BRIGADAS INTERNACIONALES

Ochenta años después de la formación de las Brigadas Internacionales, este libro sintetiza su historia y permite comprender por qué la guerra civil española avivó la solidaridad internacional y atrajo a brigadistas británicos, norteamericanos, franceses, etc. Y es que, como afirma Jaume Claret, “para toda una generación de jóvenes y no tan jóvenes de todo el mundo, aquella guerra fue también su guerra”. A través de rigurosos datos, hechos y experiencias de aquella lucha contra el fascismo, el autor refleja el significado que tuvieron y que hace que en la actualidad sigan despertando admiración y respeto.

ESPECTROS

ESPECTROS

El teórico Marc Weingarten sostiene que la crónica, el perfil y el reportaje surgieron por una necesidad Historia. Los datos convencionales se quedaban cortos a la hora de cubrir ciertos cambios culturales y sociales, como las guerras, los asesinatos, el rock, las drogas, las luchas raciales y el hippismo. ?¿Cómo podría un reportero tradicional, que se ajustaba tan sólo a los hechos, proporcionar un orden claro y simétrico a semejante caos??, se preguntaba. Al informar a través de relatos era posible traducir el significado profundo de la realidad y alcanzar eso que Weingarten llama ?una mayor verdad filosófica dotada de contenido emotivo?. ?Contenido emotivo? es, justamente, algo que aflora en Espectros: textos de gran factura Literatura que exploran con perspicacia la condición humana y dejan un testimonio sobre la Cuba de hoy. Hay de todo: textos lúdicos, relatos que plantean conflictos sociales, viñetas de tono humorístico, semblanzas bellamente escritas. En muchas de estas páginas hay una potencia narrativa que nos sobrecoge y una singular gracia Caribe. Alberto Salcedo Ramos

LOS SIGLOS MEDIEVALES DEL OCCIDENTE EUROPEO

LOS SIGLOS MEDIEVALES DEL OCCIDENTE EUROPEO

Unidad Didáctica para la asignatura Historia medieval en la que en cada tema se explica, en un lenguaje claro y conciso y con una extensión razonable, los aspectos esenciales del devenir político, socioeconómico y cultural de los principales países del Occidente europeo y los acontecimientos y manifestaciones más relevantes. También se ofrece una orientación de bibliografía especializada.

EMISORA FILMS

EMISORA FILMS, STUDIO SYSTEM EN EL PRIMER FRANQUISMO

Emisora Films fue la gran alternativa a Cifesa en los años del primer franquismo. Con un sistema de producción inspirado en el studio system norteamericano, Ignacio F. Iquino y Francisco Ariza llegaron a controlar de forma inédita en España, los tres sectores: producción, distribución y exhibición con lo que consiguieron una actividad estable y un tipo de cine más cercano al europeo que al que se hacía entonces en la España franquista. Este libro habla de Emisora a través de los testimonios de quienes trabajaron en la empresa, incluso del propio Iquino. El autor es doctor en Ciencias de la Comunicación, periodista e historiador, autor de más de treinta libros sobre cine, y cinco Novela, entre los que destacan Iquino, hombre de cine, Josep Maria Forn laventura del cinema, Jean Gabin, Anthony Mann, Clint Eastwood, tras las huellas de Harry o De Hitchcock a Tarantino, encliclopedia del neo noir norteamericano o El destino de Moira. “