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GEOPOLÍTICA. CLAVES PARA ENTENDER UN MUNDO CAMBIANTE

GEOPOLÍTICA. CLAVES PARA ENTENDER UN MUNDO CAMBIANTE

Este manual unifica el estudio de la política y la geografía, sin preponderancia de ninguna de ellas.
El objetivo es que el alumno se familiarice con unos mínimos conocimientos que le permitan abordar el análisis de los procesos geopolíticos actuales, como ser capaz de interpretar los mismos en clave geográfica.
La organización del temario está planeada para facilitar la labor del aprendizaje a distancia.

EL PRIVILEGIO CATALÁN

EL PRIVILEGIO CATALÁN

Según la elaboración Historia catalanista, 1714 significó el final de la soberanía catalana y el comienzo de la opresión española. Sin embargo, fue precisamente entonces cuando comenzó la prosperidad de Cataluña, que pronto se destacaría como la región más industrializada de España. La política proteccionista benefició durante dos siglos a una industria catalana que gozó privilegiadamente tanto del mercado nacional como del colonial.Además, Cataluña fue la metrópoli imperial española del siglo XIX,
así como la principal beneficiaria del tráfico y tenencia de esclavos. La intransigencia de los industriales catalanes ante las reivindicaciones autonomistas y librecambistas de los cubanos fue la chispa que prendió la guerra independentista. Y, tras el 98, pasaron en un instante del más exaltado patriotismo español al separatismo. En el siglo XX la burguesía catalana, separatista cuando le convino, fue el principal apoyo a la dictadura de Primo de Rivera y protagonista esencial del alzamiento del 18 de julio. Y Cataluña
fue la región más beneficiada por la política económica del régimen franquista.De todo esto no suelen hablar los promotores del eslogan «España nos roba».

LA REVOLUCIÓN EN LA HISTORIA

LA REVOLUCIÓN EN LA HISTORIA

Esta obra trata de explicar la razón de las grandes transformaciones Historias a partir de los procesos revolucionarios que han tenido como modelo la Francia de finales del siglo XVIII y la Rusia de principios del siglo XX. Una época, por lo demás, que abarca los significados más relevantes del mundo moderno y nos induce a penetrar en el contenido de la revolución, así como en los efectos que produce en sus variadas direcciones. Igualmente, sigue el recorrido paralelo de las respuestas para contenerla y los debates que han tenido lugar en torno a estos acontecimientos. Una polémica a la que no ha sido ajena la contraposición de otro paradigma de progreso menos traumático y radical: el gradualismo evolutivo. Un reformismo que ha profundizado en las conquistas sociales, respetando las reglas democráticas.

LUGARES ABANDONADOS DE PORTUGAL

LUGARES ABANDONADOS DE PORTUGAL

É impossível passar pela Quinta do Comandante, em Oliveira de Azeméis, e ficar indiferente ao edifício em avançado estado de degradação que ali se ergue. Atrás daquelas paredes em ruínas tanto se escondem Historias de amor como episódios trágicos com um final surpreendente. Numa certa noite, o comandante Batista de Carvalho juntou um grupo de amigos e familiares para uma festa. A meio do jantar levantou-se, dirigiu-se ao quarto, pegou num revólver e suicidou-se. Não é caso único nas tragédias que assolam os lugares abandonados de Portugal. A 10 de Julho de 1957, a GNR avançou sobre a população do Colmeal, em Figueira de Castelo Rodrigo. Houve mortos, feridos e no
fim da luta, ninguém ficou na aldeia para contar a Historia. O silêncio passou a ser o único habitante daquela que é apenas uma das muitas aldeias abandonadas de Portugal. Na quinta da Arealva, à beira Tejo, em Almada, ainda restam os armazéns, o cais e até os rótulos dos vinhos, negócio que, em 1757, trouxe os O’Neill para Portugal. A família viveu na quinta por várias gerações, mas a azáfama acabou por dar lugar ao vazio que ali perdura. Os lugares abandonados são uma viagem fascinante ao passado. Saber o que foi aquele lugar, quem ali viveu, o que aconteceu e porquê, perceber o que restou, de tudo isso nos falam os escombros ou as paredes que se mantiveram de pé. De uma forma geral, somos surpreendidos com o que descobrimos. Neste livro, a jornalista Vanessa Fidalgo percorre o país de norte a sul e revela-nos a Historia de dezenas de lugares abandonados. Recupera personagens que os habitaram, as suas vivências, amores e desamores, os episódios que conferiram a esses locais uma alma e uma memória. São Historias de aldeias inteiras que, de um dia para o outro, ficaram abandonadas; de estações ferroviárias onde o apito dos comboios deixou de se ouvir; de mansões e palacetes em que o silêncio se instalou como uma herança maldita.

GOVERNAR MELHOR

GOVERNAR MELHOR

Importa debater o «governo do futuro» e não o «futuro do governo».
Este livro é sobre o que deve ser um governo e não sobre quem deve ocupá lo. Sobre uma mudança de paradigma e não uma mudança de sentido.
No mundo de hoje, de forte aceleração tecnológica, onde tudo se reinventa cada vez mais depressa, os governos parecem parados no tempo, mostrando pouca capacidade de mudança, sobretudo no que diz respeito ao seu modelo de funcionamento. Existe um anacronismo governativo que é estrutural e que se mantém ao longo das legislaturas. Para além disso os governos em Portugal têm vindo a tornar se cada vez mais focados politicamente numa governação imediatista. Procuram resolver problemas prementes do país, de curto e médio prazo, sem serem capazes de encontrar uma visão de longo prazo para o desenvolvimento nacional. E quando o país mais precisa, como em caso de crise ou de catástrofe, os governos aparentam estar do lado da solução mas antes fizeram parte do problema. Os governos têm de mudar para não deixar o Estado falhar. Fernando Teigão dos Santos integrou dois executivos, conheceu de perto os bastidores ministeriais e tem feito investigação sobre prospectiva e inovação governativa. Neste livro avança com propostas concretas para reciclar o funcionamento dos governos, estimando ser possível uma redução de custos na ordem dos 30%, permitindo uma poupança anual de 150 milhões de euros. Os ministérios gastam demasiados recursos, têm edifícios dispersos por toda a cidade de Lisboa, as suas equipas e serviços funcionam de forma pouco organizada e coerente. É necessário repensar a governação para se tornar mais competente, moderna e eficiente, pois só assim será possível «governar melhor».

1147

1147, A CONQUISTA DE LISBOA NA ROTA DA SEGUNDA CRUZADA

«Na manhã do dia 3 de Agosto de 1147, os combatentes cristãos estacionados em redor de Lisboa ultimavam os preparativos para o assalto à cidade. Não é difícil imaginar a azáfama nos três acampamentos, com esses homens a fazer as derradeiras verificações no armamento, a comer uma refeição que poderia ser a última, a despedir se das companheiras, a rezar e a confessar se, ou seja, a preparar o corpo e o espírito para o que se iria seguir.»
A conquista de Lisboa aos muçulmanos, comandada por D. Afonso Henriques e coadjuvada pelos Cruzados, teve início em Julho de 1147 e terminou em Outubro do mesmo ano. Como decorreram os primeiros embates e as primeiras negociações? Como foram instalados os arraiais e progressivamente dominadas as imediações da cidade? Como foram geridos os mantimentos durante os quatro meses que durou o cerco? Que máquinas de guerra se usaram para derrubar o inimigo? E, uma vez conquistada Lisboa, que rumo tomou a Segunda Cruzada antes de terminar no falhanço de Damasco? Partindo de novas informações sobre a Historia Militar da Idade Média, a Lisboa muçulmana e a Historia da Cruzada, Miguel Gomes Martins reconstitui, de uma forma rigorosa e eloquente, este acontecimento decisivo na nossa Historia e na construção do país que somos hoje. Ao recorrer ao testemunho de múltiplas fontes portuguesas e estrangeiras que até hoje têm sido pouco utilizadas, apresenta uma nova perspectiva sobre este episódio algo esquecido pela historiografia das últimas décadas.

SANTO TOMÁS MORO VISTO POR NUEVOS OJOS

SANTO TOMÁS MORO VISTO POR NUEVOS OJOS

Como indica el título, este libro es una biografía más de Santo Tomás Moro, añadida a las muchas ya escritas, empezando por la primera, una obra de su yerno William Roper, que narró su vida poco después de su martirio que conmocionó a Europa. La gran admiración que profesa la autora por la gran personalidad del santo y el deseo de darlo a conocer le llevaron a componer esta interesante biografía. También vale la pena recordar la época en la que transcurrió su vida: la Inglaterra del siglo XVI, siglo que vio nacer a la Reforma, en la que Thomas More se vio obligado, por su conciencia, su fe y su lealtad, a sacrificar sus cargos (ostentaba el mayor en aquel momento: era el Lord Canciller), su ventajosa situación económica y social, su bien ganado prestigio, su humana felicidad, la de su familia, e incluso su vida. Este hombre íntegro es un auténtico ejemplo de persona amable, alegre y virtuosa. Como político, justo juez y auténtico cristiano: fiel a su conciencia, que supo poner el amor y la voluntad de Dios por encima de todas las cosas. Por no ofenderle, se atrevió a desagradar al rey, a sabiendas de lo que iba a costarle.

SALIDA ILEGAL

SALIDA ILEGAL

Salida ilegal nace de la pluma de su autor y protagonista como producto directo de su imperiosa necesidad por conseguir que el mundo conozca y entienda la cruda realidad de un tipo de migración desconocida para la gran mayoría. Es la recopilación fidedigna de lo vivido por el autor durante el espacio de tiempo comprendido entre los meses de mayo a diciembre de 2016, periodo en el que se involucró en cuatro intentos consecutivos por escapar de la isla que lo vio nacer. Una amena y atractiva narración donde descubrimos paso a paso las razones que han impulsado a miles de cubanos a arriesgar la vida a bordo de precarias y rústicas embarcaciones de fabricación casera en un desesperado esfuerzo por cruzar la peligrosa corriente del estrecho de la Florida para llegar hasta tierra de los Estados unidos. Salida ilegal es una denuncia abierta al desprecio, la intolerancia y el maltrato con que trataban los gobiernos de Cuba y EUA a cuantos intentaban escapar por esta vía. Una historia donde la desesperación conduce a los hombres a acciones extremas que, generalmente, terminan en frustración y dolor, y en no pocas ocasiones en muerte. Salida ilegal es de obligada lectura para todo aquél que pretenda no dejarse seducir por la propaganda y prefiere escuchar al ser humano. Es el confiable testimonio de tantas voces que no tienen otra forma de hacerse escuchar.

MEMORIAS DE LO POYO DE 1954 A 1958 Y DE 1967 A 1976

MEMORIAS DE LO POYO DE 1954 A 1958 Y DE 1967 A 1976

Mis padres buscaron una mejor vida para ellos y, cómo no, para nosotros, sus hijos. El resultado era una incógnita, pero los diferentes destinos y vivencias propiciaron el aprendizaje, las aventuras y los valores de la siguiente generación. Los recuerdos son inevitables; te acompañan toda la vida y hacen que no olvides a quienes participaron en ellos. Mientras escribes, van fluyendo junto con las emociones. Mientras escribes los vuelves a vivir y, entonces, a veces lloras, otras ríes.

COLOMBIA BUSCA LA PAZ. MIS ENCUENTROS CON LA SOCIEDAD CIVIL COLOMBIANA ENTRE LOS DOS ACUERDOS DE PAZ.

COLOMBIA BUSCA LA PAZ. MIS ENCUENTROS CON LA SOCIEDAD CIVIL COLOMBIANA ENTRE LOS DOS ACUERDOS DE PAZ.

Colombia busca la paz no es como un ensayo convencional. Se acerca más a una indagación en vivo y en directo acerca de un tiempo decisivo en la historia reciente de Colombia. Antonio Sáenz de Miera se desplazó al país durante los días comprendidos entre los dos Acuerdos tras el fracaso del Plebiscito a favor de la Paz.
Una vez en Bogotá y bajo los auspicios de la Fundación El Nogal, concitó tres mesas de debate donde participaron destacados agentes sociales del mundo de la universidad, la empresa y las fundaciones. Bajó a la calle para tomar el pulso entre los jóvenes acampados en la Plaza Bolívar. Y, a su regreso, solicitó la opinión de personajes tan destacados de la actualidad española como Juan Cruz Ruiz, Francisco Laporta, Enrique Iglesias, Ramón Guardans o Yago Pico de Coaña.
Saénz de Miera abre su análisis desde la perspectiva de «Uno que viene de fuera» para ir adentrándose en una palpitante vivisección de la sociedad colombiana. Quería conocer las razones del no tanto como los errores tácticos entre los partidarios del sí. ¿Por qué una sociedad martirizada tras cincuenta años de guerra civil encubierta dio la espalda a la Paz? ¿Cómo se consiguió revertir el naufragio del primer Acuerdo de modo que el siguiente fuera refrendado por su parlamento? Y lo más acuciante: ¿Cómo será la Colombia del día después?
En este libro la sociedad civil toma la palabra, Colombia habla con voz propia, responde a las preguntas planteadas por el autor y cifra en cada una de ellas sus miedos y sus esperanzas. Sin establecer tesis alguna, a través de un relato vibrante a medio camino entre lo periodístico y lo literario, Sáenz de Miera nos ofrece su visión de una realidad que marcará el futuro de América Latina.

SOMOS ESCOLAPIOS

SOMOS ESCOLAPIOS

La idea de hacer este libro se gesta entre los organizadores del encuentro de antiguos alumnos del colegio Calasancio Hispalense en el que nos disponíamos a conmemorar el cuarto centenario de la fundación de las Escuelas Pías. Esta recopilación de textos eclécticos no tiene ningún afán de adoctrinamiento, ni siquiera de hacer proselitismo de la encomiable orden que puso en marcha San José de Calasanz en 1617. El único hilo que une estos desinteresados escritos de tan diversa extensión, estilos y procedencia es el afecto, el cariño y, cómo no, la nostalgia hacia la institución docente en la que se formaron sus firmantes. Más de veinte autores de diversas generaciones nos dibujan su visión de un colegio que pasó en 1974 de su ubicación en pleno centro de Sevilla a la barriada nazarena de Montequinto. Estas páginas recogen testimonios de alumnos que sólo conocieron el entrañable, misterioso y bello, a la vez que vetusto y destartalado, edificio de Ponce de León, así como de otros que tuvieron la experiencia de vivir el traslado al situado camino de Utrera -luminoso, funcional y más acomodado a los nuevos tiempos- y de algunos (también de algunas) que sólo se formaron en este último. Abogado, catedrático de universidad, profesor de instituto, médico, político, funcionario público, periodista, comerciante, arquitecto, sacerdote, deportista profesional… son algunos de los oficios de los antiguos alumnos que han prestado su tiempo para hacer posibles estas páginas. Las imágenes que ilustran el libro han sido cedidas por varios de ellos. A todos, incluidos también el rector y el director del pujante Calasancio Hispalense actual, les doy las gracias por su inestimable colaboración. Juan Manuel Ávila Coordinador de Somos Escolapios

505 DÍAS. ¡¿VALIÓ LA PENA?! DIARIO DE UN BALSERO CUBANO

505 DÍAS. ¡¿VALIÓ LA PENA?! DIARIO DE UN BALSERO CUBANO

Hasta 505 días de angustia y desesperación fue el tiempo que el autor de este libro se vio obligado a vivir para llegar a su destino. Es un diario de su vida real, sin censura, donde la traición, el odio, el sexo y la violencia juegan el papel principal de la rutina diaria. ¿¡Valió la pena!? Será la pregunta o respuesta de ustedes mismo como lectores, pues cada persona le da un valor diferente a la vida.

O LIVRO DO SOLDADO DO III REICH

O LIVRO DO SOLDADO DO III REICH

O Livro do Soldado do III Reich é um retrato abrangente e apaixonante dos três ramos das forças armadas alemãs num dos períodos mais marcantes da Historia militar universal: 1935-1945. O Heer (Exército), a Luftwaffe (Aviação) e a Kriegsmarine (Armada) são aqui desdobrados nas suas várias unidades de elite. A chamada Wermacht foi uma das estruturas militares mais temidas e destrutivas de sempre, uma vez que a sua existência coincide com o tempo em que Adolf Hitler dirigiu o Estado alemão. Este relato único é feito através de ilustrações altamente pormenorizadas que são acompanhadas por um texto de grande rigor histórico e científico, mas fácil de compreender. O livro
debruça-se sobre a estrutura, os uniformes, as armas e as grandes batalhas em que as forças de combate de Hitler se envolveram durante a Segunda Guerra Mundial. Todas as ilustrações são coloridas e dão uma visão altamente realista sobre as unidades mais emblemáticas da Wehrmacht.
Um livro para os apaixonados pela Historia e a iconografia da Segunda Guerra Mundial

OS GRANDES MISTÉRIOS DO ANTIGO EGITO

OS GRANDES MISTÉRIOS DO ANTIGO EGITO

O fascínio pelo antigo Egito permanece intacto. Apesar de já terem passado mais de dois mil anos após o fim desta civilização, muitos são os mistérios sobre os seus costumes, política, religião ou cultura que continuam por desvendar. Quem fundou a monarquia egípcia? O que havia no túmulo de Tutankhamon? Os egípcios acreditavam no Além? O «Livro dos Mortos» era mesmo um livro? O que significa a maldição das múmias? Os egípcios faziam sacrifícios humanos? Porquê tantos escaravelhos? Onde estão os grandes palácios reais? Como eram os haréns faraónicos? Já havia pornografia no Antigo Egito? Porquê tantos túmulos em Tebas-Uaset? Quem assaltou os túmulos reais? Onde estão os túmulos de Alexandre e Cleópatra? Quem foi o maior faraó do Egito? Os egípcios eram mesmo negros? Quantos deuses tinham? Para que serviam os hieróglifos? Os escribas eram privilegiados? Como foram construídas as pirâmides? Quem venceu a batalha de Kadech?
Estas são apenas algumas das perguntas a que o prestigiado egiptólogo Luís Manuel de Araújo responde neste livro ilustrado que resulta de uma profunda investigação e se revela essencial para melhor compreendermos uma civilização notável.

AVÓ

AVÓ, CONTE-ME A SUA HISTORIA

A nossa Avó. A pessoa que tantas vezes nos passa a mão pela cabeça, nos dá aquele beijo e abraço especiais, nos cozinha aquele prato de que tanto gostamos, que muitas vezes nos dá colo no momento certo. Um colo seguro, cheio de carinho e repleto de amor. Como foi a vida da nossa avó, onde nasceu, como foi a sua infância, as suas paixões? Quais foram os momentos mais marcantes da sua vida? Como viveu a chegada dos netos? Foi uma emoção tão grande como o nascimento dos filhos? O que nunca nos contou, porque põe sempre os netos e os filhos em primeiro lugar e só depois pensa em si? Neste livro, a sua Avó vai poder escrever a sua Historia, as suas memórias, as suas preferências, enfim, revelar-se como nunca se revelou e certamente vai descobrir uma Mulher ainda mais bonita, fascinante e adorável do que aquela que tinha conhecido até agora. Este é um livro para guardar junto dos tesouros de família: aquela fotografia especial em que a Avó está connosco ao colo, aquele brinquedo do qual somos incapazes de nos separar porque a Avó o escolheu com um carinho especial ou o casaco de malha que tricotou com muito amor. Um livro para passar de geração em geração, para que a figura da Avó fique para sempre na memória de todos.

EDUARDO HERAS

EDUARDO HERAS

Puesto que autorreseña suena a autoguiños y autobombo, al lector no le quedará otra opción que leer el libro para comprobar si lo que dice la autora puede tomarse por cierto. Ella, de cualquier modo, lo tiene muy claro: esto es apenas un camino. Testimonio a muchas voces, mosaico de entrevistas, retrato en plural o como quiera llamársele, esta obra existe por una incontenible necesidad de contar, en primer lugar, la vida del Chino Heras (La Habana, 1940, Premio Nacional de Literatura) desde dentro, con la mirada de quienes mejor lo conocen y acompañaron, de alguna forma, en los ?años duros?, tiempos de hierro a altas temperaturas. Aquí se relata, por tanto, la aventura del campo cultural cubano desde los años 40 hasta la fecha; se revisan sus tejidos, fracturas, agujeros? Se diagnostican sus padecimientos. Nacido como tesis de licenciatura en Periodismo, este testimonio explora, mediante entrevistas a personalidades de las letras cubanas ?Abel Prieto, Senel Paz, Francisco López Sacha, Cira Romero o el recientemente fallecido Guillermo Rodríguez Rivera?, las líneas de la política cultural cubana del último medio siglo y más. PD: Estas páginas comenzaron a escribirse en un aula, mientras el Chino impartía clases a un grupo bohemio y desenfadado que cree en la literatura como lo que es: un modo de vida. El único posible para ellos o, al menos, para la autora de esta locura.

LA PRESENCIA ISLÁMICA EN SIERRA MÁGINA Y ALTA COLOMA

LA PRESENCIA ISLÁMICA EN SIERRA MÁGINA Y ALTA COLOMA

Sierra Mágina y Alta Coloma son nombres que seguramente suenan bien; y con una geografía que luce aún mejor en sus cimas, valles, puertos y espesuras. El estudio ha pretendido distinguir este espacio y su gente, centrándose principalmente en la época islámica y en la bajo medieval cristiana. Se destacan para ello aspectos como la toponimia, el poblamiento, el desarrollo Historia político, y su emplazamiento como territorio de paso y de frontera desde la época romana hasta nuestros días.

LA MURALLA DE YAHVÉ... PESE A LOS CANTOS DE SIRENA

LA MURALLA DE YAHVÉ… PESE A LOS CANTOS DE SIRENA

Un grito de alarma, una llamada de atención, una denuncia, un yo acuso. Todo esto puede ser este ensayo, La Muralla de Yavhé”, pese a los cantos de sirena, escrito desde la verdad más ortodoxa, con relatos sacados de la misma historia que incluso en la distancia hacen estremecer por inaudita. Pero, ¿es posible?, ¿aún hoy alguien se pregunta? Hayim ben Judá, que conoció el dolor en Auschwitz, la tentación de los cantos de sirena, acogido por los frailes de Palazzolo, en una Europa en guerra, donde imperaba el terror y, sobre todo, el odio por los judíos. A él el futuro le guardaba una sorpresa. ¡Una triste sorpresa!”

HISTORIA MILITAR DE PORTUGAL

HISTORIA MILITAR DE PORTUGAL

Da batalha de São Mamede a Aljubarrota, da Conquista de Ceuta a Alcácer-Quibir, da Restauração às Invasões Francesas, da Batalha de La Lys às missões no Líbano ou no Afeganistão. As guerras da Fundação e da Independência. A construção do império e a descolonização. As guerras civis e as revoluções. As Guerras Liberais e a implantação da República. A ditadura militar, o 25 de Abril e a democracia. Os historiadores Nuno Severiano Teixeira, Francisco Contente Domingues e João Gouveia Monteiro cobrem quase mil anos de Historia, desde 1096 aos tempos que vivemos, analisando o recrutamento e a composição dos exércitos, das armadas e, mais recentemente, da força aérea. A evolução do armamento e das tecnologias militares. A arte da guerra. As estratégias, as táticas e as operações. Historia Militar de Portugal fala-nos destes aspetos ao pormenor, mas também nos apresenta a guerra e as guerras em contexto, nas suas relações com a economia, a sociedade, o poder politico – e a nossa identidade enquanto nação.