O LIVRO DO SOLDADO DE NAPOLEÃO

20,94


«Durante o período em que Napoleão conservou o poder, prestaram serviço no exército para cima de 1 600 000 franceses. Vesti-los, ou conseguir abastecê-los com armas, víveres e sapatos não foi uma tarefa fácil. Os uniformes caros que faziam brilhar os regimentos desempenhavam duas funções, para além da de vestirem os homens: permitir que os soldados reconhecessem o inimigo e levá-los a crer que eram maiores e mais fortes do que na realidade eram. Os altos capacetes e gorros de pele aumentavam essa impressão de maior tamanho, e as dragonas alargavam as costas. Tudo isso era magnífico nos desfiles, quando os estados-maiores se apresentavam refulgentes de plumas, aço e ouro, mas as coisas eram muito diferentes no campo de batalha. Encharcada pela chuva, a roupa não secava nunca e tornava-se pesada, enchia-se de lama e, à medida que os combates se sucediam, era praticamente impossível limpá-la do sangue dos companheiros ou dos inimigos.»
O Livro do Soldado de Napoleão apresenta-nos uma nova e interessante visão sobre os exércitos do imperador francês através de 30 ilustrações originais e dos conhecimentos notáveis de um dos maiores especialistas neste período: Miguel Del Rey. Esta obra explora não apenas as formas de combate e as estratégias nos campos de batalha como analisa detalhadamente as armas, as unidades mais emblemáticas e os uniformes. Um livro essencial para perceber não só a Historia da Europa, mas também a Historia de Portugal durante o período das invasões francesas.

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Información adicional

Editorial

Autor

Edición

1

Encuadernación

Brochada

Formato

16 x 23,5

ISBN

9789896268435

Páginas

224

Colección

Idioma

Fecha Publicación

01/11/2017

Temática

Info Autor

Miguel del Rey Vicente (Madrid, 1962) é escritor. Foi diretor da revista Ristre. Especialista em uniformologia e vexilologia,é também membro de várias associações internacionais dedicadas à investigação da história moderna e medieval. Autor de dezenas de ensaios históricos, foi galardoado com o IX Prémio Algaba de Biografia, Memórias e Investigação Histórica, no ano de 2011.