ESPIÕES EM PORTUGAL DURANTE A II GUERRA MUNDIAL

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Como o nosso país se tornou num ponto de passagem de agentes ingleses e alemães
Entre Lisboa e o Estoril, nos lobbies de entrada e nos bares dos hotéis como o faustoso Hotel Palácio ou o Hotel Atlântico, circulavam, durante a II Guerra Mundial, espiões dos principais campos beligerantes, Alemanha e Grã-Bretanha, mas não só. Também os serviços secretos italianos, franceses, norte-americanos, e ainda polacos, checos e romenos, e até soviéticos, atuaram em Portugal, e nas suas Ilhas atlânticas e nas suas colónias de África, na Índia e em Timor. Enquanto o resto da Europa estava a ferro e fogo, Portugal, durante a II Guerra Mundial, foi «terra franca» para os serviços de propaganda e espionagem e palco de alguns episódios verdadeiramente novelescos como a tentativa de rapto dos duques de Windsor pelo SS Walter Schellenberg, dos serviços secretos alemães.

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Editorial

Autor

Subtítulo

Como o nosso país se tornou num ponto de passagem de agentes ingleses e alemães

Edición

1

Encuadernación

Brochada

Formato

16 x 23

ISBN

9789896265069

Páginas

536

Colección

Idioma

Fecha Publicación

17/02/2014

Temática

Info Autor

Irene Flunser Pimentel é doutorada em História Institucional e Política Contemporânea, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Elaborou diversos estudos sobre o Estado Novo, o período da Segunda Guerra Mundial, a situação das mulheres e a polícia política