AS FAMÍLIAS REAIS DOS NOSSOS DIAS – Tradição e Realidade

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O olhar de um diplomata português
«Em Abril de 2013, assisti como embaixador de Portugal à entronização do rei Guilherme-Alexandre da Holanda acompanhado pela sua mulher Máxima, uma antiga economista e executiva argentina. Naquele momento solene, não pude deixar de pensar que muito mudou nas Famílias Reais europeias, incluindo a forma de entender e perpetuar esta instituição milenar através do casamento. Para além do rei da Holanda ter escolhido uma plebeia para sua consorte, a princesa herdeira da Suécia casou com o seu personal trainer, o príncipe Haakon da Noruega contraiu matrimónio com Mette-Marie, uma jovem com um passado ligado às drogas, o rei de Espanha “ofereceu” o trono a uma jornalista que tem feito correr muita tinta e, em Inglaterra, uma actriz norte-americana conquistou a rainha Isabel II pela mão do príncipe Harry. Hoje em dia os casamentos “desiguais” não causam, por enquanto, demasiados problemas nas dinastias reinantes. Mas será que em determinado momento os seus “súbditos” ou “concidadãos” não se interrogarão sobre para que serve a monarquia se os soberanos são idênticos a eles? O futuro o dirá.»
O diplomata e antigo chefe do Protocolo do Estado, José de Bouza Serrano, que serviu Portugal em várias embaixadas europeias, como Espanha, Bélgica, Vaticano, Dinamarca ou Holanda, apresenta-nos uma reflexão sobre a forma como as famílias reinantes na Europa têm vindo a evoluir e como se têm adaptado a uma nova realidade, tentando manter a tradição. Um olhar privilegiado que deixa entrever o futuro da monarquia.

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Editorial

Autor

Subtítulo

O olhar de um diplomata português

Edición

1

Encuadernación

Brochada

Formato

16 x 23,5

ISBN

9789896268619

Páginas

224

Colección

Idioma

Fecha Publicación

01/11/2018

Temática

Info Autor

José de Bouza Serrano nasceu em Lisboa a 20 de Julho de 1950. Licenciado em Direito, diplomata, ingressou na carreira em 1978 e esteve colocado nas embaixadas em Madrid, Bruxelas, Santa Sé e Ordem Soberana e Militar de Malta, Copenhaga e Haia, nas duas últimas como embaixador. Foi chefe do Protocolo do Estado e atualmente desempenha funções de inspetor-geral da Inspeção-Geral Diplomática e Consular do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Entre outros cargos, foi adjunto dos secretários de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação e Desenvolvimento, do ministro dos Negócios Estrangeiros, chefe de gabinete do secretário de Estado da Cultura, vice-presidente do Instituto Camões e assessor do primeiro-ministro. Foi agraciado com inúmeras condecorações nacionais e estrangeiras, entre as quais: grã-cruzes das Ordens do Infante D. Henrique e do Mérito, de Portugal; de Dannebrog, da Dinamarca; de Orange-Nassau, dos Países Baixos; de São Gregório Magno, da Santa Sé; da Coroa do Carvalho do Luxemburgo; de Graça e Devoção da Ordem Soberana e Militar de Malta; comendas de Isabel, a Católica, e Mérito Civil, de Espanha; cavaleiro de Santo Olavo, da Noruega, entre outras. É académico honorário da Academia Portuguesa da História.