NARRATIVAS DO LADO CONTRÁRIO

11,54


As Narrativas do Lado Contrário são Historias banais de personagens vulgares e momentos quase normais, ou se calhar são Historias improváveis de personagens duvidosas em momentos quase absurdos. Depende do lado que observamos. Inverosímeis algumas, inconvenientes até, mas há mesmo uma Historia de amor igual às de todos os dias, intercalada com sonhos e pesadelos iguais aos de todas as noites (e alguns dias), e caprichos, devaneios e fantasias, iguais às das pessoas normais. Fala-se de arte, degradação, filosofia e loucura, em Historias de delírio, sedução, crime, alucinação, sempre com o tempo como protagonista. São Historias do lado da normalidade relativa, onde o que é e o que acontece, só é e acontece porque o normal não é de confiança e a realidade pode encontrar-se nos nossos momentos hipnagógicos, no seio de uma alucinação ou por detrás da noite do lado contrário. Brincar com coisas sérias e desprezar o óbvio; olhar a ruina moral e a miséria com desdém jocoso; festejar a inépcia e a imbecilidade são fórmulas estimadas, como é normal e do lodo contrário releva-se e faz-se crónica. São quinze contos que nada têm a ver uns com os outros ou têm tudo, ilustrados que são a matizado negro, perdidos nos sortilégios do tempo e sequestrados pela inconformidade do eu.

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Información adicional

Editorial

Autor

Edición

1

Encuadernación

Rústica con solapas

Formato

15 x 22

ISBN

9789897369919

Páginas

130

Colección

Idioma

Fecha Publicación

22/05/2018

Temática

Info Autor

Rui Freitas nasceu em Coimbra em 1964, passou a sua infância no Porto e até ver, vive em Lisboa. No seu percurso de vida manteve sempre uma forte ligação às artes, nomeadamente à pintura, à escrita de contos e poesia e até à música. Passou pela Escola Secundária Artística António Arroio e estudou pintura no Ar.Co. com o mestre José Mouga. Experimentou a publicidade pintando montras, cartazes, anúncios de cinema e logotipos; desenhou retratos e expôs pintura individualmente três vezes, em Vila Franca de Xira, no Porto e recentemente em Lisboa. Toca harmónica e a banda sonora da sua vida seria composta por Tom Waits, tendo o jazz, o rock pesado e a música clássica como cenário. Tem um romance em desenvolvimento e uma capacidade enorme de partilhar eloquência com quem o rodeia. É licenciado em Estudos Artísticos, membro da Amnistia Internacional, tem presença na Internet através do blog Correio Interno e do site Artes & contextos, do qual é diretor. Informático de profissão até 2011, a partir daí passou a diletante a tempo inteiro. Rui Freitas é também um humanista e um espírito livre, que acredita que a liberdade é o valor supremo e que a expressão pela arte é intrinsecamente honesta e a única verdadeiramente livre.